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Título: O Mundo Sombrio de Sabrina
Nº de Episódios: 10 (1ª temporada)
Gênero: Drama, terror, fantasia
Ano de Lançamento: 2018
Canal Exibido: Netflix

Sinopse: Baseada nas histórias em quadrinho do Archie Comics, a bruxa adolescente Sabrina ganha espaço agora no universo compartilhado de Riverdale. Aqui, essa famosa personagem ganha uma versão muito mais sombria. Sabrina Spellman (Kiernan Shipka) é uma adolescente que luta para conciliar sua natureza dupla — metade-bruxa e metade-mortal — enquanto enfrenta forças malignas que a ameaçam, sua família e o mundo em que os humanos habitam.

Nota:



Preciso falar pra vocês que eu tava bem ansiosa pro lançamento de O Mundo Sombrio de Sabrina e, apesar de ser totalmente diferente do que eu esperava, a série atenderia a todas as minhas expectativas se não fosse pelo fato de não haver tantas aventuras quanto eu esperava. Mas a série é boa sim!

O Mundo Sombrio de Sabrina conta a história de uma adolescente prestes a ser iniciada no mundo das bruxas. Metade humana e metade bruxa, a menina mora com duas tias também bruxas e um primo (homossexual) bruxo pagando detenção em prisão domiciliar. No início, Sabrina fica indecisa quanto ao fato de entregar sua alma ao diabo para poder adquirir os privilégios de ter poderes, o que rende uma baixa confusão. E, após resolver esse impasse, Sabrina ganha o direito de frequentar tanto a escola de humanos quanto a escola de bruxas, que por sinal é onde ela passa por poucas e boas nos trotes de iniciação feito por um trio de bruxas que, por não gostarem da garota, acabam fazendo-a passar por isso.


Essa dualidade ajuda a desenvolver a série muito bem, já que Sabrina adquire conhecimentos sobrenaturais para lidar com casos de possessão, vudu e até mesmo ressurreição de mortais.

A relação que ela tem com suas tias, amigas (do mundo mortal) e namorado é bem bacana e se mostrou muito importante para o desenvolvimento do caráter de Sabrina, mas cá entre nós que tinha horas que minha vontade era esganar o pescoço dela por ter pensamentos tão egoístas! Contudo, O Mundo Sombrio de Sabrina é uma série sobre mulheres, estrelada por mulheres tanto vilãs como mocinhas; os principais papéis masculinos são o do próprio diabo e do representante dele no mundo dos humanos/bruxas.


Sobre toda a questão de satanismo e rituais, achei eles um tanto quanto realistas demais. Não estou habituada a esse assunto, então EU achei a série um pouco pesada sim. O latim proferido nas bruxarias, as estátuas mostradas em algumas cenas e até mesmo alguns hábitos das bruxas... achei que teve um peso, e me sentia mal quando assistia por muito tempo (tanto que demorei 3 dias pra assistir apenas 10 episódios).


No mais, achei a série muito boa e aguardo ansiosamente a segunda temporada, pois tenho certeza que o bicho vai pegar depois das revelações babadeiras que tivemos nos últimos episódios.
Título no Brasil: Alice no País das Armadilhas
Autor: Mainak Dhar
Gênero: Literatura fantástica.
Editora: Única
Ano da Edição: 2015
Nº de Páginas: 256

Sinopse: Uma aventura envolvente sobre uma garota que encontra seu destino em um mundo que deu terrivelmente errado. O planeta Terra foi devastado por um ataque nuclear, e boa parte de sua população se transformou em Mordedores, mortos-vivos que se alimentam de sangue e, com sua mordida, fazem dos humanos seres como eles. Alice é uma jovem humana de 15 anos que mora no País das Armadilhas, nos arredores da cidade que um dia foi Nova Déli, na Índia. Ela nasceu nessa nova realidade aterrorizante e teve de aprender a se defender sozinha desde cedo. As coisas mudam quando Alice decide seguir um Mordedor por um buraco no chão: ela descobre a estarrecedora verdade por trás da origem das criaturas e se dá conta da profecia que ela mesma está destinada a consumar ― uma profecia que se baseia nos restos chamuscados do último livro encontrado no País das Armadilhas, uma obra chamada Alice no País das Maravilhas. Uma mistura incomum de mitos, teorias conspiratórias e Lewis Caroll, Alice no País das Armadilhas pode parecer mais uma história de zumbi, mas é uma metáfora instigante de como tendemos a demonizar aquilo que não compreendemos.

Nota:

Palmas pra você que queria se aventurar em um universo de leitura completamente diferente e resolveu embarcar nessa distopia nada convencional sobre zumbis, sobrevivência, política e guerra. Alice no País das Armadilhas foi uma leitura que iniciei depois de ver alguma resenha aqui na blogosfera, e como eu adoro uma distopia, não esperei muito.

O País das Armadilhas está situado na Nova Deli, na Índia e recebeu esse nome após um ataque nuclear chamado Insurreição, onde a China e os EUA brigavam por poder e com isso dizimaram metade da população e a outra metade se dividiu nos seres humanos e nos Mordedores (humanos contaminados com um vírus que os deixa agressivos e perdem a capacidade de cognição).

Alice, uma garota de 15 anos, nasceu já na Insurreição e cresceu convivendo com as dificuldades que seu assentamento enfrentava: além da sobrevivência aos ataques dos Mordedores, ainda tinham de resistir a tirania das tropas de Zeus, um exército de elite que os visitavam de tempos em tempos tentando convencê-los a levar jovens recrutas para lutarem pela segurança e trabalhar nos campos e fazendas numa espécie de escravidão.

E foi após seguir um dos Mordedores pelos túneis da antiga Nova Déli que toda a história começa. Alice é apresentada a Protima, uma cientista metade humana e metade Mordedora que, ao trabalhar criando a cura para o tal vírus acabou sendo perseguida e, após usar a cura em si mesma, acabou tendo as duas faces e virando a Rainha dos Mordedores. Protima e seu exército de Mordedores acredita fielmente em uma profecia tirada da obra de Lewis Caroll, Alice no País das Maravilhas.

"Pode parecer mais uma história de zumbi, mas é uma metáfora instigante de como tendemos a demonizar aquilo que não compreendemos."

Durante a leitura vemos claramente as referências a Alice no País das Maravilhas, como os Mordedores chamados carinhosamente de Orelhudo e o Chapeleiro. Mas a verdade por trás da trama é muito mais cruel. Alice convence a todos que humanos e Mordedores, até então inimigos mortais, podem trabalhar juntos na luta contra a tirania que a China impôs após a Insurreição. E o resultado disso são muitas cenas de aventura, ação, suspense e até táticas de guerra.

O único ponto negativo que encontrei no livro foram os capítulos muito longos e o fato de ser narrado todo em terceira pessoa, pois senti falta se saber mais profundamente sobre os sentimentos que Alice vinha enfrentando no desenrolar da história. Mas admito que é um livro bem curtinho e a trama flui muito bem mesmo não sendo muito detalhada.
Título: Os Cinco do Ciclo
Autor: Elias Flamel
Gênero: Literatura fantástica.
Editora: Independente
Ano da Edição: 2017
Nº de Páginas: 556

Sinopse: Yosef de Keltoi. Presenteado na infância, por uma de suas mães, com um tesouro de muitas páginas. Cresceu com pouco, encontrou o seu amor e ao lado dela teve que instigar uma revolução entre trabalhadores do campo. Sua vitória não foi perfeita, pois falhou contra os deuses que tanto venerava. Assim, o líder de uma vila pequena, e quase oculta entre os quatro cantos do mundo, vive o começo da sua velhice. 

Não reclama de ter vivido muitos ciclos e é servo de um império que pintou de rubro nações que ousaram ser grandes. Sempre preocupado com o seu povo e com a sua família. Qual vem primeiro? É uma pergunta que necessita de tempo e páginas para ser respondida. Hitalo, o mais velho dos seus filhos, exige mais firmeza com os homens do campo. No auge da juventude, o divertido e criativo Yohan deseja provar para o seu pai que é um homem feito. Morgiana, companheira de luta, enxerga muito além do que os olhos podem ver e deseja alertar o seu amado Yosef a respeito de algo muito difícil de fugir. 

Yosef parte para Numitor, sua viagem tem como destino a capital de todo o império, lar dos homens de togas brancas que praticam um culto conhecido pelas eras. E esses mesmos homens possuem legiões em seu poder. Era para ser somente mais uma viagem dos tributos, mas o homem comum ouve boatos que colocam em risco o seu lar, a sua cultura e as suas crenças. Uma ajuda é mais que necessária, mas aqueles que são os mais poderosos e dotados de uma sabedoria milenar começam a pedir socorro. Só Yosef, o líder, pode salvar o que tanto ama.

Ao tentar, é exposto o seu passado manchado, ele reencontra velhas amizades e conhece desejos guardados dentro do peito de um dos seus filhos. Sua vontade de ter o que tanto deseja fará Yosef se embrenhar pelas ruas do império. Será preciso conviver com ladrões, fardados de rubro, uma sociedade que ama a prata e o ouro e terá de lutar até mesmo contra a fúria da natureza.

Nota:
Olá pessoal! Tudo bem com vocês? Eu espero que sim! Recentemente recebi um convite muito bacana pra conhecer uma nova leitura. Já deixo registrado que de cara a capa e a sinopse me chamaram muito a atenção e aceitei sem muitas delongas. Porém, alguns empecilhos aconteceram e me fizeram atrasar a leitura de Os Cinco do Ciclo (leia-se evento 7 de setembro, torci meu pé, evento dia das crianças, evento aniversário do boymagia, e início de um processo de mudança), mas cá estou eu sobrevivente, para contar como foi a minha experiência com este livro.

No primeiro momento somos apresentados a Yosef, um senhor de idade (não tão avançada), de personalidade justa, forte e sensível, pai de dois filhos, e líder de uma pequena comunidade chamada Keltoi. Nela, conhecemos o ciclo de colheita de centeio, onde Yosef lidera com muito amor e dedicação, separando uma parte da produção que deverá ser paga a Numitor, um império maior hierarquicamente.

Confesso que a leitura foi um tanto quanto arrastada até metade do livro, talvez pelo fato de eu não ter muito tempo disponível, ou mesmo pela história ainda estar sendo apresentada e desenvolvida. Contudo, valeu a pena insistir.

A coisa começa a ficar interessante no momento que se descobre que Numitor exige, além do imposto em cada colheita, que todos os cidadãos passem a acreditar em um único deus, ao invés dos cinco que todos conhecem da crença milenar a que convivem desde sempre, o que de fato acaba gerando uma guerra e a intolerância as pessoas que não sedem a crença de um único deus.

Elias sem sombra de dúvidas criou personagens muito bem construídos e cenários muito bem escritos e detalhados, somados a uma narrativa em primeira pessoa, sob o olhar do inesperado herói de "idade avançada" em capítulos curtos (coisa que aprecio bastante!).

A mensagem que o livro passa, sem sombra de dúvidas, é de que devemos ter fé e perseverança seja qual for seu propósito, e que o quão importante a família é pra si, mesmo com todos os conflitos e divergências.

Oi pessoal! Tudo bem com vocês? Eu espero que sim! 

No post de hoje trago pra vocês um resumão comentado dos filmes que assisti nos últimos tempos por que preciso admitir que tô com maior preguiça de fazer uma resenha pra cada um kkk. Mas olha, até que foi bem divertido escrever esse post, ficou mais informal. Quero a opinião de vocês! Já assistiram esses filmes? Gostaria de ver uma resenha completa de algum deles? Deixa nos comentários que eu vou adorar retribuir!


Em Sierra Burgess é uma loser vemos o típico filme de romance que tudo da certo no final. Sierra é uma menina que não se encaixa nos padrões de beleza da escola e, após uma brincadeira de mal gosto de uma "colega" de classe acaba trocando mensagens com um cara super gato (oi Noah!). O problema é que esse cara não sabe que a menina que ele manda mensagens divertidas e carinhosas é Sierra, e ela leva essa mentira até o final da trama. Bem dizendo, é um filme bem água com açúcar, pra ver sem muita expectativa.


Quem me conhece sabe que recentemente eu li Stardust do Neil Gaiman e, escrevendo a resenha do livro foi que eu descobri que existia um filme baseado no próprio. Claro, fui correndo baixar pra assistir (é, sou a criminosa que assiste por torrent). Obviamente, o filme não é 100% fiel ao livro mas cumpre o objetivo da leitura. O jovem Tristan tenta conquistar o amor da bela e fria Victoria indo em busca de uma estrela cadente. A jornada o leva a uma terra esquecida e misteriosa, além dos muros da cidade. Porém Tristan não é o único atrás da estrela cadente. Os quatro filhos do rei de Stormhold e os espíritos de seus três filhos já falecidos também estão atrás dela, assim como a feiticeira Lamia, que deseja usá-la para recuperar a juventude. Para enfrentar todos estes concorrentes Tristan precisará ganhar o amor da estrela, que se transformou em uma garota chamada Yvaine.


AAAAAHHHHH PESSSSOOOOOAAAAL. Não me lembro qual blogueiro que foi, mas registro aqui meu muito obrigada por ter indicado esse filme. Confesso que não dava nada pra ele, e pra mim seria mais um romance antigo de meia tigela. SÓ QUE NÃO né. Nunca xipei tanto um casal quanto esses dois. A história se passa durante a segunda guerra mundial quando o exército nazista toma uma pequena cidade da frança e um oficial alemão passa a viver numa casa com uma esposa cujo marido luta na guerra e sua sogra megera. A guria, sozinha e carente, passa a desenvolver uma paixão pelo oficial que reside em sua casa, fato esse que acaba sendo recíproco, ou seja, tudo para dar errado. A história se desenvolve bem e o final me surpreende justamente por não ter um final: o livro cujo filme foi baseado não terminou de ser escrito, pois sua escritora morreu em um campo de concentração de judeus durante a guerra. CHOREI MESMO!


Foi na vibe de Suíte Francesa que decidi escolher assistir Madame Bovary e olha, me decepcionei full time. Não sei por que, mas não rolou a química entre eu e a trama mesmo não achando errado todas as atitudes dela, que convenhamos, foram plausíveis mas passíveis de discussão de fato. Só assisti até o final por causa da atriz principal que curto bastante o seu trabalho (Colina Escarlate e Alice no País das Maravilhas). Na França do século XIX, Emma Bovary (Mia Wasikowska) é a jovem e bela esposa de um tradicional médico de uma pacata cidade. Ela dá início a uma relação extraconjugal para tentar se promover na sociedade e melhorar seu status social. Porém, suas atitudes levam-na ao oposto deu seus objetivos.

Filme Bônus:


Eu sei que o título da postagem diz TOP4, mas vou trazer um bônus pra vocês que merece muito um título de filme revelação do ano! Sempre fui muito fã de animes e estava meio desconfiada com esse lançamento da Netflix, mas fui conferir mesmo assim e me surpreendi muito positivamente. Bleach, o filme (ou live action) foi de fato fiel a obra original, os efeitos especiais foram muito bem trabalhados e os atores e figurinos muito bem escolhidos, exceto o Ichigo que na minha opinião ficou muito mal interpretado, achei o guri muito semsalsemaçúcarsemtempero. Kurosaki Ichigo é um garoto de 15 anos que pode ver, tocar e falar com espíritos de pessoas mortas. Até que um dia ele encontra Kuchiki Rukia, uma Shinigami (deus da morte), e descobre posteriormente que também é um Shinigami. Agora, com seus poderes, ele terá que proteger sua cidade de forças do mal.
Título: Good Girls
Nº de Episódios: 10 (1ª temporada)
Gênero: Drama, comédia
Ano de Lançamento: 2018
Canal Exibido: Netflix

Sinopse: Beth Bolland (Christina Hendricks), Annie Marks (Mae Whitman) e Ruby Hill (Retta) são três mães de família, duas das quais são irmãs, lidando com problemas financeiros e maternais. Cansadas de estarem sempre perdendo, elas decidem planejar um assalto a um supermercado, e o sucesso do plano faz com que fiquem no meio de uma operação ainda maior e mais perigosa.

Nota:
Olá pessoal! Tudo bem com vocês? Eu espero que sim!

Hoje trago pra vocês a resenha de um seriado que comecei a assistir através de uma indicação dos comentários aqui no blog de um post que falava sobre séries que tinham irmãos como protagonista e, depois de perceber que não conhecia essa série, resolvi dar uma chance mesmo não sendo o gênero que eu costumo escolher.

Good Girls conta a história de 3 mulheres que levavam uma vida normal para com a sociedade, porém, o problema financeiro que cada uma tinha levou as três a assaltarem um mercadinho. Elas só não contavam com a alta quantidade de dinheiro que iam encontrar no cofre do estabelecimento e muito menos com uma gangue do mal que é "dona" da região e decide reivindicar todo o dinheiro roubado pra ela. Encrencas entram e saem e elas se vêem em um grande esquema de lavagem de dinheiro aliadas ao chefão da cidade.


A série é toda trabalhada no protagonismo feminino e retrata bem o lugar da mulher na sociedade, que pode ser onde ela quiser estar! Os dramas pessoais de cada uma das três protagonistas são muito bem trabalhados e valorizados em toda a temporada, que convenhamos deu uma desacelerada na metade, mas que próximo do fim voltou ao seu ritmo e me deixou com um final esperando mais conteúdo, não por estar incompleta, mas pela possibilidade de uma continuação da trama (fato já confirmado).


Na série conhecemos Bethy, uma mãe de quatro filhos que descobre que seu marido a trai com a secretária muito mais nova do que ela e que gastou todo o dinheiro da hipoteca com essa tal mulher. Annie é a irmã mais nova de Bethy, mãe solteira de uma menina de 11 anos que não se enxerga como garota, e sim como um menino. Também conhecemos Ruby, esposa de um futuro policial cuja filha sofre de uma doença grave e precisa de remédios super caros e de um transplante de rim. Apresentadas as personagens principais, vemos claramente que trata-se de um enredo de histórias de gente como a gente, de "bandidas do bem", o que acaba fazendo com que a gente torça para que tudo dê certo com elas no final.


O laço de amizade e companheirismo das 3 é muito bem construído, coisa que observamos encrenca após encrenca que elas se metem e pensamos não haver solução. É uma série bem gostosinha de assistir, com uma boa dose de comédia, mas que achei que faltou um pouco mais de ação, e que ainda assim recomendaria que assistissem.

Olá pessoas lindas do meu coração! Tudo bem com vocês? Eu espero que sim!

No post de hoje trago pra vocês meus novos queridinhos da estante. Confesso que ultimamente tenho tentado me controlar e comprar poucos livros, pois estou poupando pra quando for a black friday eu soltar as cachorras e comprar tudo que tá no meu carrinho (se estiver valendo a pena). Então, as comprinhas que fiz nos últimos tempos, setembro e meiado de outubro foram bem baixas, mas muito bem escolhidas.

Espero que gostem e se tiverem alguma indicação de leitura, essa é a hora de me indicar, pois eu amo!


O Cavaleiro dos Sete Reinos (R$20,00 na Saraiva) - Duzentos anos após a Conquista, a dinastia Targaryen vive seu auge. Os Sete Reinos de Westeros atravessam um tempo de relativa paz, nos últimos anos do reinado do Bom Rei Daeron. É neste cenário que Dunk, um menino pobre da Baixada das Pulgas, tem uma chance única: deixar a vida miserável em Porto Real para se tornar escudeiro de um cavaleiro andante. Alguns anos depois, com a morte do cavaleiro, Dunk, já adulto, decide tomar seu lugar e fazer fama no torneio de Campina de Vaufreixo. É quando conhece Egg, um menino de dez anos, cabeça totalmente raspada, que é muito mais do que aparenta ser. Dunk aceita Egg como seu escudeiro e, juntos, viajam por Westeros em busca de trabalho e aventuras. Uma grande amizade nasce entre eles – uma amizade pela vida toda, mesmo quando, anos mais tarde, os dois personagens assumem papéis centrais na estrutura de poder dos Sete Reinos. 

O Hobbit (R$17,90 na Saraiva) - Bilbo Bolseiro é um hobbit que leva uma vida confortável e sem ambições. Mas seu contentamento é perturbado quando Gandalf, o mago, e uma companhia de anões batem à sua porta e levam-no para uma expedição. Eles têm um plano para roubar o tesouro guardado por Smaug, o Magnífico, um grande e perigoso dragão. Bilbo reluta muito em participar da aventura, mas acaba surpreendendo até a si mesmo com sua esperteza e sua habilidade como ladrão!


Heroínas + Marcador (R$31,95 na Amazon) - Não faltam heróis. Dos clássicos às histórias contemporâneas os meninos e homens estão por todo lugar. Empunhando espadas, usando varinhas mágicas, atirando flechas ou duelando com sabres de luz. Mas os tempos mudam e já está mais do que na hora de as histórias mudarem também. Com discussões feministas cada vez mais empoderadas e potentes, meninas e mulheres exigem e precisam de algo que sempre foi entregue aos meninos de bandeja: se enxergar naquilo que consomem.Este é o livro de um tempo novo, um tempo que exige que as mulheres ocupem todos os espaços, incluindo a literatura. 

Terrível Encanto, Livro 01 Saga Wicked Lovely (R$2,99 na Amazon) - Keenan, um ser encantado aterrorizante e sedutor que é o Rei do Verão, esteve procurando a sua rainha por nove séculos. Sem ela, o verão deixará de existir e, por isso, ele está determinado a tornar Aislinn – jovem mortal que tem o dom de ver criaturas mágicas – a sua rainha, a qualquer custo. Agora, ele tenta se comunicar com ela e tudo está em risco: sua liberdade, seu melhor amigo, Seth, e a sua própria vida. Um conto de fadas deslumbrante do século XXI.


Alice e As Armadilhas do Outro Lado do Espelho, Livro 02 Saga Alice no País das Armadilhas (R$15,80 na Amazon) - Você está pronto para as armadilhas do outro lado? Mais de dois anos se passaram desde que Alice seguiu um Mordedor com orelhas de coelho e entrou em um buraco, o que deu início a uma série de acontecimentos que mudaram a vida dela e a de todos que moram no País das Armadilhas. A Guarda Vermelha resolvera conceder trégua; Alice havia reinstaurado a paz entre humanos e Mordedores e, sob a liderança dela, os humanos tinham conseguido fundar a primeira comunidade real e verdadeiramente organizada desde a Insurreição — uma cidade chamada País das Maravilhas. Entretanto, o aparente estado de paz é rompido depois de diversos ataques dos Mordedores e Alice se vê rejeitada pelas mesmas pessoas por cuja liberdade ela lutou. Agora precisa voltar ao País das Armadilhas para desvendar essa nova conspiração que ameaça o País das Maravilhas. E fazer isso significa ficar frente a frente com sua maior e mortal adversária — a Rainha Vermelha.

Cortem as Cabeças, Livro 03 Saga Alice no País das Armadilhas (R$ 10,99 na Amazon) - E se o mundo como o conhecemos de repente deixasse de existir? Cortem as cabeças é o fim e o começo de tudo: a queda do planeta Terra e o nascimento do País das Armadilhas. Poucos meses antes de Alice nascer, um contágio impossível de ser controlado começou a afetar a humanidade transformando as pessoas em Mordedores, mortos-vivos inexpressivos que se alimentam de sangue e transformam os humanos em seres como eles. Todos estão tomados pelo medo e a verdade por trás desse ataque parece impossível de ser encontrada. Para os fãs da série Alice no País das Armadilhas ou para aqueles em busca de uma nova aventura por um mundo distópico e assustador, aqui poderá acompanhar histórias como o nascimento da Rainha Mordedora, a dor de um jovem rapaz apaixonado enquanto se transforma em Mordedor e tenta salvar seu grande amor, e a luta da família de Alice para escapar de uma cidade tomada pelo terror. Um futuro terrível está à sua frente e lembre-se: toda história tem muitas versões.


A Herdeira da Morte, Livro 01 (R$13,99 na Amazon) - Twylla tem 17 anos, vive num castelo e, embora seja noiva do príncipe, não é exatamente um membro da corte. Ela é o carrasco. Primeiro de uma surpreendente série de fantasia, Herdeira da morte conta a história de uma garota capaz de matar instantaneamente qualquer pessoa que ela toca. Até mesmo seu noivo, cujo sangue real supostamente o torna imune ao toque fatal de Twylla, evita sua companhia. Porém, quando um novo guarda chega ao castelo, ele enxerga a garota por trás da Deusa mortal que ela encarna, e um amor proibido nasce entre os dois. Mas a rainha tem um plano para acabar com seus inimigos, e eles incluem os dons de Twylla. Será que a jovem se manterá fiel a seu reino ou abandonará tudo em nome de um amor condenado?

O Livro do Cemitério (R$26,90 na Amazon) - Mesclando o fantástico e o gótico, o autor conta a história de Ninguém Owens, o Nin, um garoto que escapa do assassinato de toda a sua família e é criado por fantasmas que habitam um cemitério centenário. Com eles, Nin aprende as regras básicas de convivência e compaixão, ética e perdão. Resenha aqui.
Título no Brasil: O Livro do Cemitério
Autor: Neil Gaiman
Gênero: Literatura fantástica.
Editora: Rocco
Ano da Edição: 2010
Nº de Páginas: 336

Sinopse: Mesclando o fantástico e o gótico, o autor conta a história de Ninguém Owens, o Nin, um garoto que escapa do assassinato de toda a sua família e é criado por fantasmas que habitam um cemitério centenário. Com eles, Nin aprende as regras básicas de convivência e compaixão, ética e perdão.

Nota:

Lá vem eu falar mais uma vez de um livro do querido Neil Gaiman, onde passo cumprindo meu propósito de ler a maior quantidades de livros dele que forem possíveis.

O Livro do Cemitério conta a história de Ninguém Owens (apelidado carinhosamente pelos seus amigos de "Nin") que quando bebê acabou escapando de um assassinato em massa que tirou a vida de seus pais e sua irmã mais velha. Nin inocentemente achou abrigo em um cemitério onde, após a aprovação de todas as almas/fantasmas que lá viviam, passou a ser protegido pelo local e a fazer parte deles. Gente, só mesmo o Gaiman pra criar um mundo único e criativo dentro do cemitério, onde ele desenvolveu 90% da narrativa do livro e que, como conta na trama, é um cemitério tombado como patrimônio histórico da cidade e que virou uma reserva natural... já podem imaginar o quão rico é esse cenário!

Os personagens, tanto os vivos quanto os mortos são muito bem construídos e os cenários muito bem detalhados, tanto que quando Nin passa diante de alguma tumba a narrativa relata o nome, ano de nascimento, de morte e a frase que vem escrita na lápide, dando ao leitor a oportunidade de conhecer os "moradores" do cemitério mais de perto.

Conhecemos os pais de Nin, um casal de fantasmas que não puderam ter filhos em vida. Vemos Silas, um ser que oscila entre os vivos e os mortos e que tem a função de ser o guardião de Nin. Conhecemos uma bruxa que morreu afogada pelos aldeões do vilarejo onde morava, entre muitos outros personagens que cativam de verdade.

Nesse mundo de fantasia também podemos ver elementos da cultura inglesa sendo inseridos num contexto muito bacana, como os portais Ghouls, a dança macabra (que foi um dos meus capítulos favoritos) e os sabujos de Deus (seres que podem virar lobos e são guardiões em outros mundos).

O livro é curto, com uma narrativa ágil, simples, cheia de surpresas e que se desenvolve naturalmente, porém, achei que a capa do livro deixou a desejar com um acabamento que não é daqueles foscos e com uma arte que não entendi muito bem.

As  ilustrações do livro foram feitas por Dave McKean e de um jeito meio desconcertadas são muito bem feitas na minha opinião.

O final é o um tanto quanto esperado mas justo. Recomendo a leitura do livro, pra quem gosta de uma literatura fantástica com um toque de goticismo.
Título: Insatiable
Nº de Episódios: 12 (1ª temporada)
Gênero: Comédia, drama
Ano de Lançamento: 2018
Canal Exibido: Netflix

Sinopse: Um advogado insatisfeito com sua vida acaba se tornando um treinador em um concurso de beleza. Lá, ele acompanha uma adolescente tímida, que sonha em ganhar a competição. O advogado só não imagina que a jovem planeja se vingar de todos os colegas que já zombaram dela.

Nota:

Olá leitores lindos do meu coração! Tudo bem com vocês? Espero que sim! Apesar dos pesares e de todas as críticas que essa série recebeu antes mesmo de estrear, decidi dar uma chance a ela e ver no que a série pecou e o que ela tem de potencial a nos oferecer.

Insatiable conta a história de Patty Porpeta, uma menina que após sofrer um acidente muito inusitado (agrediu um mendigo que a chamou de gorda e com isso levou um baita soco e quebrou seu maxilar), emagrece muito repentinamente. Sua primeira missão após se recuperar do trauma é se livrar da pena que poderá ganhar no tribunal pela agressão ao morador de rua. É aí então que ela conhece Bob, um advogado insatisfeito com sua profissão que sonha em se tornar preparador de garotas em concursos de beleza e, ao ajudar Patty no tribunal acaba vendo nela um potencial de beleza e uma chance de fazer aquilo que sempre quis.


Porém, os planos de Patty eram outros: se vingar de todos que a fizeram sofrer quando estava acima do peso e é aí que as coisas começam a desandar.

A série é repleta de humor negro, fala sobre bullying e transtornos alimentares. As críticas que envolvem a trama se baseiam em que a pessoa precisa emagrecer para ser feliz e na prática de gordofobia. Mas eu sinceramente não vi isso. O que percebi foi uma sátira mal-sucedida de falar sobre assuntos que infelizmente são um tabu hoje em dia: homossexualismo, bullying, vulnerabilidade, preconceito, abuso de drogas e pressão que os pais colocam sobre os filhos para serem aquilo que lhe convém.

Sinceramente, achei que a série tinha muito potencial se ela se aprofundasse em todos esses temas que citei acima, porém o que aconteceu foi o contrário, no meio da temporada a trama se perdeu drasticamente e virou um humor negro bem trash e as vezes sem graça nenhuma! 


E, juntando os prós e os contras, infelizmente os contras falaram mais alto nessa resenha. E, a única mensagem reflexiva que consegui tirar da trama foi que boas coisas não acontecem só quando você emagrece, elas acontecem quando você se aceita do jeito que é e aceita as coisas ao seu redor como realmente são. Também curti o personagem Bob na maioria das cenas, me tirou muitas risadas principalmente quando estava se descobrindo ser homossexual.


O final da série foi muito repentino, terminou do nada e me deixou com muita raiva. Agora o jeito é aguardar a 2ª temporada pra ver se a história tomou um rumo melhor.
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