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Título no Brasil: O Mundo Depois (Vol. 2 Série Fim dos Dias)
Autor: Susan EE
Gênero: Fantasia, ficção, aventura.
Editora: Verus
Ano da Edição: 2017
Nº de Páginas: 308

Sinopse: Nesta sequencia de A queda dos anjos, os sobreviventes do apocalipse começam a juntar o que restou do mundo moderno Quando um grupo captura Paige, a irmã de Penryn, achando que ela é um monstro, a situação termina em massacre. Paige desaparece. Os humanos estão aterrorizados. E a mãe das meninas, devastada. Penryn dirige por San Francisco a procura da irmã. Por que as ruas estão tão vazias? Onde estão as pessoas? Sua busca a leva ao coração do plano secreto dos anjos, onde ela observa sua movimentação e descobre até que ponto essas criaturas maléficas são capazes de ir para conquistar seus objetivos. Enquanto isso, Raffe está em busca de suas asas. Sem elas, ele não pode se juntar novamente aos anjos, muito menos retomar seu lugar de líder. Porém ele está prestes a se deparar com o maior dilema que já enfrentou: recuperar suas asas ou ajudar Penryn a sobreviver? Este livro ágil e emocionante vai fazer os leitores se envolverem cada vez mais com a história de Penryn e Raffe, e vai deixá-los implorando pelo volume final da série.

Nota:

O Mundo Depois, segundo livro da trilogia distópica chamada Fim dos Dias apareceu pra me fazer sofrer duas paradas cardíacas e três desmaios enquanto fazia a leitura kkkk Brincadeiras a parte, hoje trago a resenha de uma continuação maravilhosamente escrita pela querida Susan EE.

A narrativa segue os acontecimentos do primeiro livro: Penryn salva sua irmã das garras das feras angelicais; Raffe entrega Penryn aparentemente morta para a sua família... aparentemente sim, pois ela estava sob efeito do veneno paralisante dos anjos-escorpiões que deixam as vítimas com aparência de morta. Raffe some com as novas asas. Penryn retorna de sua paralisia e precisa lidar com a resistência e com a nova aparência de sua irmã que, após ter sofrido experimentos horrendos na base dos anjos ficou como sequela uma fisionomia monstruosa de suturas e remendos.


Nesse 2º volume a narrativa em 1ª pessoa continua sob o ponto de vista de Penryn, que mantém desde sempre o seu senso de proteção entre família e amigos, e é com esse senso que ela vai em busca de sua irmã Paige que fugiu das garras da resistência. Confesso que até a metade do livro a narrativa foi um pouco arrastada devido ao fato da autora introduzir a política dos anjos a nós leitores. Sim, os anjos estão passando por um momento de campanhas e intrigas para elegerem quem será o novo mensageiro de Deus na Terra, já que Gabriel está aparentemente sumido. Todos os pontos vão se encaixando perfeitamente nesse volume e percebi que os personagens vão se tornando muito mais estruturados conforme a trama vai se desenvolvendo.

Um ponto fraco do livro foi que nossa querida Susan EE -NÃO INSERIU O ROMANCE- de Raffe e Penryn, fato esse que me deixou um pouco incomodada, pois estava muito ansiosa pelo reencontro dos dois que depois que ocorreu foi só tiro, porrada e bomba com os inimigos. Contudo, esse arco foi muito bem construído com o embasamento de que Raffe é duro na queda, e não se rende aos encantos de uma humana, coisa que o faria quebrar uma regra angelical ao ficar com Penryn.

Enfim, tô me surpreendendo muito positivamente com essa série. O final foi do tipo arrebatador que te faz jogar o livro na parede e sair gritando pela rua, deixando sem sombra de dúvidas com um gostinho de quero mais e com muitas expectativas para o 3º e último livro.
Título no Brasil: O Assassinato de Roger Ackroyd
Autor: Agatha Christie
Gênero: Policial, suspense, mistério
Editora: Globo Livros 
Ano da Edição: 2014
Nº de Páginas: 296

Sinopse: Em uma noite de setembro, o milionário Roger Ackroyd é encontrado morto, esfaqueado com uma adaga tunisiana – objeto raro de sua coleção particular – no quarto da mansão Fernly Park na pacata vila de King’s Abbott. A morte do fidalgo industrial é a terceira de uma misteriosa sequência de crimes, iniciada com a de Ashley Ferrars, que pode ter sido causada ou por uma ingestão acidental de soníferos ou envenenamento articulado por sua esposa – esta, aliás, completa a sequência de mortes, num provável suicídio. Os três crimes em série chamam a atenção da velha Caroline Sheppard, irmã do dr. Sheppard, médico da cidade e narrador da história. Suspeitando de que haja uma relação entre as mortes, dada a proximidade de miss Ferrars com o também viúvo Roger Ackroyd, Caroline pede a ajuda do então aposentado detetive belga Hercule Poirot, que passava suas merecidas férias na vila. Ameaças, chantagens, vícios, heranças, obsessões amorosas e uma carta reveladora deixada por miss Ferrars compõem o cenário desta surpreendente trama, cujo transcorrer elenca novos suspeitos a todo instante, exigindo a habitual perspicácia do detetive Poirot em seu retorno ao mundo das investigações. O assassinato de Roger Ackroyd é um dos mais famosos romances policiais da rainha do crime.

Nota:

Eis que há muitos anos (uns 10 mais ou menos) eu leio O Assassinato no Expresso do Oriente, e eis que por esses tempos decido recordar a escrita fabulosa da Agatha Christie escolhendo O Assassinato de Roger Ackroyd no kindle Unlimited e vejam bem: já entrou pro top de melhores leituras de 2019 sendo que o ano nem começou direito! kkk

O livro conta a história de Roger Ackroyd, um senhor rico encontrado morto em seu escritório com uma adaga tunisiana em seu pescoço. O médico da cidade e melhor amigo de Roger é chamado para atestar o fato e, inconformados com a crescente acusação de que o filho adotivo da vítima é o principal suspeito do caso, Hercule Poirrot, já aposentado, decide aceitar investigar o crime.


Muitos interrogatórios surgem, visto que há muitos moradores na mansão no momento do assassinato e, com isso, Poirrot nos leva a identificar as pistas do caso junto com ele de modo dedutivo e analítico, sempre com a narrativa do ponto de vista do médico, dr. Sheppard.

Confesso que me surpreendi com a revelação, pois todos dentro da casa tinham motivos pra matar Roger, o que me levou a mudar de palpite sobre o assassino a cada virada de capítulo... tão bobinha eu sou! kkk Até agora não digeri o final da trama de tão inesperado que foi.

De uma leitura fluida e fácil, Agatha Christie me conquistou mais uma vez com essa obra, com sua escrita de excelente compreensão mesmo pra época que o livro foi lançado (1926). E vocês, já leram O Assassinato de Roger Ackroyd? Qual outro livro da Agatha Christie me indicam ler?
Título no Brasil: O Jogo do Camaleão
Autor: Marçal Aquino
Gênero: Ação, violência, suspense
Editora: Ática
Ano da Edição: 1997
Nº de Páginas: 104

Sinopse: O desejo de encontrar o pai desconhecido leva Ricardo a desembarcar em Belo Horizonte, onde se vê envolvido numa guerra entre quadrilhas.

Nota:



O Clube de Leituras da coleção Vagalume voltou com tudo esse ano e a primeira leitura coletiva de 2019 foi O Jogo do Camaleão, um clássico que marcou a vida literária de jovens dos anos 80 e 90.


No livro somos apresentados a Ricardo, um menino que vive com sua mãe e avô em São Paulo e sonha em conhecer seu pai. Não demora muito e ele parte escondido para Minas Gerais com a foto de seu pai e no verso um endereço antigo. Muitas dúvidas e incertezas pairam na cabeça do menino, mas ele segue seu objetivo. No ônibus ele conhece Quico, um menino com a mesma idade que ele que também viaja sozinho. Ao chegarem em Minas Gerais, ambos são envolvidos em uma confusão e pegos por quadrilhas diferentes de jovens criminosos envolvidos em roubo de carros.


De uma leitura fácil e fluída, Marçal Aquino soube chamar a atenção dos jovens com um enredo coerente que, ao mesmo tempo que chama a atenção para os problemas que a população infanto-juvenil enfrenta (a introdução à criminalidade), ele nos prende para saber como será o desenrolar da história.

Na trama vemos situações que há muito tempo são discutidas e até hoje chama muito a nossa atenção: a rivalidade de gangues juvenis de rua, aos chefes dessas gangues que usam jovens para fazer o trabalho sujo, ao machismo, orgulho, e violência dessas gangues. Felizmente o final da história não foi dos trágicos (que vemos muito na realidade), tudo se resolveu de maneira que todos pagariam pelos seus erros.

O Autor:

Marçal Aquino (Amparo, 1958) é um jornalista, escritor e roteirista de cinema brasileiro. Trabalhou como revisor, repórter e redator nos jornais O Estado de S.Paulo e Jornal da Tarde. Faz roteiros para o cinema, tendo atuado como consultor no IV Laboratório de Roteiros Sundance/RioFilme, a convite do Sundance Institute, dos E.U.A., em 2002.  Como roteirista, mantém com o cineasta Beto Brant, uma parceria que já rendeu sete longas-metragens. Além de adaptar seus próprios livros, Marçal roteirizou obras de outros escritores, como Lourenço Mutarelli. Para a televisão, escreveu, ao lado de Fernando Bonassi, a série Força Tarefa, da Rede Globo.

Sobre o Clube Vagalume

É um clube de leitura cujo objetivo é redescobrir e matar saudades dos livros da coleção vagalume que fez tanto sucesso com jovens da década de 70, 80 e 90. O grupo é composto atualmente por 11 leitores e, todo mês um leitor é responsável por escolher um clássico da coleção para a leitura coletiva. São estipuladas datas para leitura e discussão e, além de trocarmos fotos e informações, também fazemos grandes amizades.

Participantes:

@uma_leitora_soteropolitana (Ivana) | @universodetalita (Talita) | @universoaleziano (Alessandra)
@blogmistoquente (Thamiris) | @priblogxeretando (Lissa) | @cantinhodaninna (Nina) 
@enilasales (Aline) | @tmsuarez (Thiago) | @coffewithbooks_  (Carla)
@poetizandocomcassita (Cassita) | @penseiradavania (Vânia)
Título: Mary Shelley
Lançamento: 09 de Setembro de 2017.
Gênero: Drama, histórico.
Duração: 2h00min
Classificação: Não informada

Sinopse: Mary Shelley é um filme de drama romântico de 2017 dirigido por Haifaa al-Mansour e escrito por Emma Jensen. O enredo segue o primeiro amor de Mary Shelley e seu relacionamento romântico com o poeta Percy Bysshe Shelley, que a inspirou a escrever Frankenstein. Uma co-produção internacional, o filme é estrelado por Elle Fanning como Shelley, com Maisie Williams, Douglas Booth, Bel Powley e Ben Hardy em papéis coadjuvantes.

Nota:


Uma cinebiografia de Mary Shelley, autora de Frankestein, que eu adorei e não me arrependo nem um pouco de ter assistido e recomendo a todos que querem conhecer a verdadeira história que deu origem ao clássico do terror... mas quem diria que um romance resultaria na primeira história de ficção científica de todas as eras?


A trama, baseada em fatos reais, conta a história de Mary Shelley, uma jovem de 16 anos cujo pai é escritor e filósofo, mora com a madrasta e mais dois irmãos, numa época em que a ascensão das mulheres em funções importantes estava apenas começando. Enviada para a Escócia pelo seu pai, ela conhece Percy, um jovem poeta por quem se apaixona pela primeira vista. Persuadida pelo rapaz e contra todos os princípios de seu pai, ela foge com ele crendo viver uma paixão avassaladora, no mais, Mary mal sabia o que a aguardava ao lado do jovem namorado.

Percy era adepto a ideologia de ser um espírito livre, que poderia amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo, e com isso mantinha relações com outras mulheres ao mesmo tempo que estava cm Mary, o que, somado a diversas outras decepções, a levaram a uma tristeza profunda e, posteriormente a escrever Frankestein baseado em sua própria experiência como um ser que foi criado para a perfeição e, quando abre os olhos é ignorado pelo próprio criador, começa a questionar o comportamento humano.


Um filme de uma fotografia perfeita, e todo ambientado em tons frios, Mary Shelley é um prato cheio para leitores, pois possui muitas frases marcantes e referências muito comuns do mundo da literatura. Sobre os personagens, tinha vontade de socar Percy toda vez que olhava pra cara dele, sendo a própria Shelley a única por quem consegui sentir uma empatia. Todos os outros personagens são desprezíveis não pela sua atuação (nisso eles foram excelentes), mas pelas suas personalidades.

Outra coisa que se passa no filme e que é discutido até hoje é o fato do preconceito com mulheres em "profissões masculinas", situação pela qual nossa protagonista passou ao tentar publicar seu primeiro livro, e a relação de possessão de Percy com ela descaradamente camuflada com essa ideologia dele de vários amores.


Resumidamente, é um filme melancólico, que recomendo a todos os fãs da autora assistirem. Nunca li Frankestein e gostaria de começar, porém, não sei qual edição escolher para minha leitura. Qual vocês me indicam?
Título no Brasil: Treze
Autor: FML Pepper
Gênero: Romance, ficção.
Editora: Galera Record
Ano da Edição: 2017
Nº de Páginas: 406

Sinopse: O azar pode ser a sua ruína. A sorte também. Da mesma autora da trilogia Não pare! Rebeca, uma garota sem escrúpulos ou fé, criada para ser uma ladra. Códigos decifrados. Uma conta milionária invadida. Diamantes. Desaparecer do mapa. O esquema para o maior golpe de sua vida é irretocável, perfeito... até encontrar Madame Nadeje, a enigmática cartomante do decadente parque de diversões. Ouvir seus segredos mais íntimos seguidos de profecias perturbadoras, entretanto, não impedem Rebeca de ir adiante e... pagar o preço! Seu mundo matemático e lógico desmorona ao enfrentar as previsões da vidente, e sua vida se transforma em um pesadelo. Caçada por criminosos, a jovem acredita que a saída está no treze, o número agourento lançado em forma de charada que, contra qualquer lógica, é justamente o caminho a seguir e, quem sabe, sua salvação. Karl, um orgulhoso e passional lutador de MMA, passa por uma grande decepção. Incapaz de aceitar derrotas, ele comete um erro estúpido e, de herói, se torna vítima em segundos. Um acidente deixa em seu cérebro um coágulo inoperável que pode se romper num piscar de olhos, a vida por um fio. Determinado a esconder a terrível condição de todos, ele resolve levar uma vida tranquila e passar longe de brigas. Um plano perfeito... até conhecer Rebeca! Por ela, Karl seria capaz de jogar toda precaução pelo ralo, seria capaz de tudo, inclusive aceitar que a derrota pode ser a sua salvação.

Nota:
Finalmente saí da minha zona de conforto e aceitei uma parceria pra ler um livro nacional e de romance, vejam bem senhores, romance. Desafio aceito! Recebi o livro, li, e agora são só amores por ele. 

"Privacidade, minha cara, é algo que só existe dentro da sua cabeça."

Na trama somos primeiramente inseridos na vida de Rebeca, uma jovem que não acredita em Deus, no amor, e nem na sorte, que vive com sua mãe de roubos e ataques cibernéticos, onde depois de muito custo acompanha sua melhor amiga Suzy rumo a uma cartomante e recebe, "acidentalmente" uma previsão pro futuro dessa tal vidente. Descrente dessa profecia, Rebeca segue sua vida normalmente, mas as palavras da cartomante nunca saem de sua cabeça. Rebeca e sua mãe moram no Rio de Janeiro e são perseguidas por um agiota chamado Jean Pierre e seus crápulas mafiosos que lhe cobram uma dívida de valor muito alto. Elas bolam um plano de roubo ao cofre do tal homem, afinal, ladrão que rouba ladrão... tudo sai errado e uma parte da previsão se completa!  Dona Isra é presa, e Rebeca é mandada para Minas Gerais sob nome falso com a missão de se esconder do mafioso e prestar secretamente seus serviços cibernéticos para a polícia como forma de cumprir sua pena. 



Paralelamente, também somos apresentados a Karl, um lutador de MMA cuja carreira é promissora, onde depois de ganhar uma luta importante vai atrás de sua namorada, leva um fora, termina o relacionamento de muito tempo e, desnorteado, sai de moto com seu ego estilhaçado e sofre um acidente quase fatal que o deixa em coma por quase 4 meses.

"Como, em questão de segundos, sua vida muda da felicidade extrema para o mais absoluto pavor?"

Karl e Rebeca estão predestinados um ao outro, e ambos nem sonham com isso. Uma das previsões de Madame Nadeje é de que o 13º namorado da garota será o amor de sua vida, aquele que lhe fará acreditar no sentimento mas puro que existe. A garota passa então a perceber todos os sinais a sua volta quando um rapaz bonito, rico e educado chamado Eric aparece em sua vida e se torna seu amigo na faculdade. Karl também entra na vida de Rebeca quando a ajuda na estrada de um bêbado que tenta roubar seu humilde carro.

A narrativa vai se alternando de capítulo em capítulo, sempre em primeira pessoa (coisa que gosto demais), ora do ponto de vista de Rebeca, ora do ponto de vista de Karl, o que acaba sendo uma pista de quem será o predestinado namorado de número 13 da protagonista. Quanto a Rebeca, achei ela um tanto quanto apagada em algumas partes da narrativa, o brilho e destaque ficava sempre com Karl quando os dois contracenavam juntos, e quando Eric e Rebeca se encontravam, o destaque acabava sendo de Eric também, ou talvez eu só não tenha tido empatia com a menina mesmo.

"(...)não deve acreditar cegamente nas estatísticas, garota. O improvável é mais provável do que você imagina."

Eu nunca havia lido um livro nacional, e fiquei encantada quando notei os cenários de Niterói-RJ, um lugar que conheço, e Capitólio-MG, um lugar que sonho em conhecer. Esse fato me inseriu demais na história, somado a escrita muito fluida e de fácil compreensão da Pepper, que por muitas vezes era bem divertida e gostosa de acompanhar. Tudo isso contribuiu para a experiência extremamente agradável que tive. Achei que a trama fluiu muito bem no decorrer do livro, com cenas quentes e divertidas muito bem narradas, e os cenários bem descritos, ao passo que vai se aproximando do final são inseridas algumas cenas de ação e, no final propriamente dito FML Pepper nos leva a parte espiritual da existência de Deus, fato esse que não curti muito, mas entendo ter sido necessário para o fechamento da história.

"Não se trai o que não nos pertence."

Me contem vocês? Já leram esse livro? O que acharam da resenha?
Título no Brasil: Os Garotos Corvos [Vol. 1 A Saga dos Corvos]
Autor: Maggie Stiefvater
Gênero: Fantasia, aventura.
Editora: Verus Editora
Ano da Edição: 2013
Nº de Páginas: 378

Sinopse: Todo ano, na véspera do Dia de São Marcos, Blue Sargent vai com sua mãe clarividente até uma igreja abandonada para ver os espíritos daqueles que vão morrer em breve. Blue nunca consegue vê-los — até este ano, quando um garoto emerge da escuridão e fala diretamente com ela. Seu nome é Gansey, e ela logo descobre que ele é um estudante rico da Academia Aglionby, a escola particular da cidade. Mas Blue se impôs uma regra: ficar longe dos garotos da Aglionby. Conhecidos como garotos corvos, eles só podem significar encrenca. Gansey tem tudo — dinheiro, boa aparência, amigos leais —, mas deseja muito mais. Ele está em uma missão com outros três garotos corvos: Adam, o aluno pobre que se ressente de toda a riqueza ao seu redor; Ronan, a alma perturbada que varia da raiva ao desespero; e Noah, o observador taciturno, que percebe muitas coisas, mas fala pouco. Desde que se entende por gente, as médiuns da família dizem a Blue que, se ela beijar seu verdadeiro amor, ele morrerá. Mas ela não acredita no amor, por isso nunca pensou que isso seria um problema. Agora, conforme sua vida se torna cada vez mais ligada ao estranho mundo dos garotos corvos, ela não tem mais tanta certeza.

Nota:

"Alguns segredos se mostravam apenas para aqueles que se provavam merecedores."
Os Garotos Corvos, esse é o nome do primeiro livro da Saga dos Corvos. Como eu descobri essa leitura maravilhosa? Abri meu primeiro kindle pela primeira vez (presente de aniversário) e lá estava essa indicação baseada nos livros da minha lista na Amazon, foi daí que comecei a leitura e não parei mais. Não conhecia a autora, muito menos a saga, e confesso de antemão que me foi uma surpresa positiva essa leitura. Vou parando de enrolação e ir logo pra resenha...

Os Garotos Corvos inicia a história de Blue, uma garota filha de médium mas que herdou um poder incomum: aumentar o poder de médiuns a sua volta além de dar energia a espíritos. A garota de 16 anos possui um lema baseado em uma profecia lhe dada a muito tempo: ficar longe de garotos, e ficar longe de garotos corvos. E a profecia? Que ela está destinada a matar seu verdadeiro amor com um beijo apenas. E quem são garotos corvos? Estudantes de uma escola estupidamente rica chamada de Anglioby, que só estudam meninos ricos, e que tem como brasão um corvo bordado em seu uniforme.

A história se desenrola com um trio de garotos corvos obcecados pela busca das linhas leys, que não linhas de energia que levarão ao encontro de um rei galês morto a muito tempo e, ao ser ressuscitado, concederá um desejo a quem fez o sacrifício e despertou-o. 
"Quando Gansey era educado, isso o tornava poderoso. Quando Adam era educado, ele estava concedendo poder."
Gansey é um desses garotos ricos que, após Blue avistar seu espírito no caminho dos mortos, está predestinado a morrer ainda aquele ano. Ele faz de tudo para manter seus três amigos por perto: Ronan, um encrenqueiro que odeia o irmão mais velho, e odeia o fardo da família no ambiente da política cujo pai foi morto; Adam, bolsista na Anglionby cuja situação financeira difere de um polo a outro dos demais amigos e sofre discriminação do próprio pai por "andar com pessoas ricas", e Noah, um misterioso aluno da escola que os ajuda na busca pelas linhas ley.

É um mundo totalmente novo, onde somos inseridos a magia e ao ocultismo do mundo de médiuns e possíveis bruxas. A autora nos apresenta essa trama toda em 3ª pessoa, sem deixar de lado um cenário sequer, detalhadamente ela nos leva aos pensamentos de cada personagem, com uma narrativa simples, porém carregada de precisão, coisa que tornou a leitura um pouco arrastada até a metade, mas equilibrou perfeitamente com doses de mistério e fantasia que o livro trás tornando-o obscuro a primeira vista e muito peculiar às demais leituras do gênero.
"As pessoas gritam quando não tem palavras para sussurrar."

Olá queridos lindos! Como têm passado?

No post de hoje trago pra vocês a segunda retrospectiva programada para o blog, e nessa vou listar todos os livros lidos nesse 2018 que passou. No início do ano prometi a mim mesma que me organizaria para retornar ao hábito de ler perdido depois que entrei pra faculdade. Pois bem, criei o blog pra me manter motivada e aqui estou eu trazendo o resultado pra vocês. Foi um total. de 20 livros lidos e, mesmo sendo uma pouca quantidade, acabou sendo muito significativo pra mim, pois através dessas leituras e fiz muitas novas amizades e estou feliz por isso (mesmo achando que deveria ter lido mais! kkk).

Abaixo vocês verão uma lista com esses lidos de 2018 e se clicarem em cima serão direcionados para a resenha dele que fiz aqui no blog. E o único livro que não tem link de resenha aqui foi um que li para um projeto de leitura da coleção vagalume que por ter sido corrido, não deu tempo de colocar resenha).









Nimona | A Espada do Verão | O Martelo de Thor | Lugar Nenhum | Corte de Espinhos e Rosas 
Corte de Névoa e Fúria | O Navio dos Mortos | A Rebelde do Deserto | Na Mira do Vampiro
O Mistério da Estrela Stardust | A Traidora do Trono | O Livro do Cemitério | Os Cinco do Ciclo
Alice no País das Armadilhas | Alice e as Armadilhas do Outro Lado do Espelho
A Menina Submersa - Memórias | Garotas de Vidro | Sozinha no Mundo | A Cor que Caiu do Céu
A Queda dos Anjos
Título: Riverdale
Nº de Episódios: 22 (2ª temporada)
Gênero: Drama adolescente, mistério
Ano de Lançamento: 2017
Canal Exibido: The CW

Sinopse: Se o assassinato de Jason Blossom revelou o lado obscuro abaixo da superfície de Riverdale, o atentado contra Fred Andrews ameaça mergulhar a cidade inteira na escuridão total. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

Nota:


Minha gente, como que eu vou escrever sobre uma segunda temporada de respeito sem dar spoiler? Pois bem, tentarei dando o meu melhor, e já adianto minhas desculpas se eu sem querer soltar alguma informação que não deveria! Para ver a resenha da 1ª temporada de Riverdale, clique aqui.


A trama da 2ª temporada começa dando continuidade ao final da 1ª, com o pai de Archie sendo baleado numa suposta tentativa de assalto no Pop's. Surge então um novo mistério para se descobrir a identidade do novo assassino em série de Riverdale, nomeado como Gorro Negro. Muitas mortes acontecem nessa segunda temporada e, no meio dela acham o suposto assassino. Estava tudo indo muito bem até esse acontecimento, contudo, depois dessa descoberta, a série começou a ficar arrastada pois entrou no arco do Archie fazendo de tudo para ganhar o respeito do sogro, Hiram Lodge, e acaba fazendo muitas merdinhas na série.


Personagens novos entraram na trama, como um irmão há muito esquecido de Betty, um amigo rico e de longa data de Verônica, o próprio pai de Verônica, um empresário de índole duvidosa recém saído da prisão, e uma serpente do sul chamada Tony. Outros personagens amadurecem e ganham destaque junto aos protagonistas, como a mãe de Betty e suas cenas com o FP Jones que esclareceram o por que ela o odeia junto com todo o seu bando. E, por fim, os Serpentes do Sul estão mais presentes como nunca, ora se envolvendo em confusões, ora protegendo a cidade.


O destaque sem sombra de dúvidas vai pra Cheryl Blossom que deixou de lado a trama de riquinha mimada e passou a ter um ar mais sério, sendo envolvida em tramas que estão muito em alta nos tempos atuais como o abuso sexual e o homossexualismo. Cheryl se mostrou uma personagem forte e determinada que não mede esforços para proteger quem ama.

Já a história se desenvolveu bem até a metade, deu uma decaída, e depois voltou ao suspense que a trama costuma ter, coisa que acredito estar associada ao fato dessa temporada ter quase o dobro do número de episódios da primeira. O final foi bastante imprevisível, tanto que eu não sou capaz de opinar se curti ou não, pois envolve o protagonista Archie, e eu ainda não desenvolvi uma opinião sobre ele.


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