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The Heart of Betrayal | Crônicas de Amor e Ódio | Mary E. Pearson | Fantasia | Darkside | 2016 | 400 pág | ⭐⭐⭐⭐ 

Sinopse: Lia e Rafe estão presos no reino barbárico de Venda e têm poucas chances de escapar. Desesperado para salvar a vida da princesa, Kaden revelou ao Vendan Komizar que Lia tem um dom poderoso, fazendo crescer o interesse do Komizar por ela.Enquanto isso, as linhas de amor e ódio vão se definindo. Todos mentiram. Rafe, Kaden e Lia esconderam segredos, mas a bondade ainda habita o coração até dos personagens mais sombrios. E os Vendans, que Lia sempre pensou serem selvagens, desconstroem os preconceitos da princesa, que agora cria uma aliança inesperada com eles. Lutando com sua alta educação, seu dom e sua percepção sobre si mesma, Lia precisa fazer escolhas poderosas que vão afetar profundamente sua família... e seu próprio destino.Não faltam reviravoltas nessa incrível fantasia que integra a linha Darklove - Mary E. Pearson vai deixar os leitores sem fôlego nesse segundo ato de uma trilogia que ainda promete arrebatar o coração de muitos. 
E aí gente linda! Tudo bem com vocês? Por aqui tá tudo certinho! 

Hoje vou trazer a resenha pra vocês de The Heart of Betrayal, 2º livro da série Crônicas de Amor e Ódio escrito pela Mary E. Pearson. 

Esse 2º livro dá continuidade aos acontecimentos do 1º onde Lia, a princesa fugitiva do reino de Morrigan é capturada pelos bárbaros de Venda, inimigo mortal e muito conhecido; e levada como prisioneira. Vendo sua amada em tais condições, Rafe, príncipe de Dalbreck inventa uma mentira das boas pra poder se infiltrar em Venda e acompanhar os passos de Lia e salvá-la posteriormente. 


Em The Heart of Betrayal somos apresentados ao Reino de Venda e toda a sua cultura, completamente diferente das riquezas e confortos de Dalbreck e Morrigan. Constituído de ruínas tão antigas quanto os próprios deuses, terras inférteis e um inverno rigoroso, o reino de Venda surpreende Lia ao apresentar um povo pobre e supersticioso, mas com uma chama de esperança de que dias melhores virão, pois acreditam que Lia faz tarde de uma antiga profecia. 

Venda é regida pelo temível Komizar, um bárbaro sem escrúpulos, porém inteligente o suficiente para permanecer no poder por tanto tempo. Seu braço direito é Kaden, com quem Lia sente repulsa e apego ao mesmo tempo. A maior parte do livro se passa em Venda, com Lia como prisioneira onde aos poucos vai conquistando a confiança do povo, Rafe tentando sobreviver e ficar junto de Lia, Kaden tentando proteger Lia e o Komizar fazendo de tudo possível pra ganhar mais poder. 

Soma tudo isso a escrita envolvente de Mary E. Pearson, com os cenários minuciosamente detalhados, a história é toda pelo ponto de vista de Lia, mas com alguns poucos e curtos capítulos narrados por Kaden ou Rafe. Também temos um pequeno desenrolar da história de Pauline e do pessoal da taberna em que lia passou parte do tempo do primeiro livro. 


Gente, eu não sei se isso já aconteceu com vocês, mas eu nunca li um livro longe tão rápido quanto esse! A leitura flui muito bem, do tipo que quando você acha que vai ficar chato, a autora vai lá e coloca mais um emoção! 

Resumindo, essa continuação nos aproximou ainda mais dos personagens, e nos apresentou muitas possibilidades para o desenrolar da trama, com boas doses de romance e aventura e uma pitada de fantasia, já que o dom de Lia ainda não foi tão explorado quanto merece. Já quero ler o próximo pra ontem! Kkk 

E vocês, o que tem lido nos últimos tempos? Gostam desse tipo de leitura? 

Príncipe Drácula | Rastros de Sangue | Kerri Maniscalco | Horror | Darkside | 2019 | 480 pág | ⭐⭐⭐⭐ 

Sinopse:  Audrey Rose Wadsworth está longe de ser uma típica donzela em perigo da era vitoriana. Com um bisturi em mãos e um olhar clínico para decifrar os segredos dos mortos, ela foi peça-chave na solução do caso de Jack, o Estripador. Agora, um outro assassino em série ameaça espalhar terror — enquanto drena cada gota de sangue de suas vítimas.

Olá gente linda! Como vcs estão? Por aqui Ta tudo bem!!

"Eu havia aprendido que confiar naqueles que pareciam inocentes só levava a corações partidos e devastação. Os monstros podiam exibir sorrisos amigáveis e, ao mesmo tempo, exalar a alma podre do diabo nas fendas mais escuras de si mesmos." p. 282


Gente, que livro, que trama, que autora 🖤

Segundo livro da série Rastros de Sangue (o 1° foi "Jack, o Estripador" e tem resenha no feed), O Príncipe Drácula segue os passos de Audrey Rose que, com a determinação de se aprofundar nos estudos e se tornar numa médica forense, parte para a Romênia com sua pitoresca e possivelmente assombrada escola de medicina; isso por que o castelo que habita a escola foi onde Vlad Drácula e seus sucessores moraram.

Claro que assassinatos misteriosos começam a acontecer dentro e fora do Castelo e Audrey precisa, além de vencer os fantasmas psicológicos de seu passado, se concentrar no presente para desvendar esses crimes; tudo isso na companhia de Thomas Cresswell, um jovem galanteador (e meu crush literário) e extremamente inteligente.


Finalmente a autora começou a desenvolver o romance dos dois protagonistas, pois no primeiro livro ela somente ensaiava o love, e neste, ela ligou as engrenagens de fato.

A autora conduziu a trama com muita maestria, foi daquele tipo de leitura que vc não consegue largar. Toda narrada pelo ponto de vista de Audrey Rose, somos apresentados a Romênia antiga e sua gloriosa paisagem de florestas e nevascas de forma mais gótica.


Sobre a edição, só posso dizer que a darkside deu um show novamente. Em capa dura, temos um mapa de parte da Romênia e uma fita de cetim vermelha de marca páginas.

Recomendo a experiência para um fã de mistério com uma pegada romântica gótica. Excelente leitura.

The Kiss of  Deception #01 | Crônicas de Amor e Ódio | Mary E. Pearson | Romance/Aventura | DarkSide Books | 2016 | 406 pág | ⭐⭐⭐⭐⭐
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Sinopse: Morrighan é um reino imerso em tradições, histórias e deveres, e a Primeira Filha da Casa Real, uma menina de 17 anos chamada Lia, decidiu fugir de um casamento arranjado que supostamente selaria a paz entre o reino de Dalbreck através de uma aliança política.


Eis que o final de 2019 me trouxe uma grande surpresa com essa leitura que decidi não sei por quê motivos tê-la. The Kiss of Deception é o primeiro livro de uma trilogia chamada Crônicas de Amor e Ódio e nele somos apresentados a Lia, a primeira filha que para apaziguar os ânimos políticos é prometida pelos pais a se casar com o príncipe de Dalbreck. Inconformada com a situação em que foi colocada, Lia foge com Pauline, sua criada e melhor amiga, e decide viver uma vida "de gente normal" na cidade vizinha, chamada Terravin, onde passa a trabalhar em uma espécie de taberna que pertence a uma tia de Pauline. Apesar dos esforços para apagar seus rastros, elas acabam sendo encontradas por um assassino contratado para matar Lia e pelo príncipe rejeitado por ela no dia do casamento, e aí é que tá o samba do crioulo doido: ninguém sabe quem é quem e a trama se desenvolve quase que completamente nessa vibe.


Esse é o meu primeiro contato com a escrita de Mary e confesso que estou muito surpresa. Não esperava algo tão envolvente, rico em detalhes e que não te desse vontade de largar a leitura. A última vez que isso aconteceu foi com a trilogia de Corte de Espinhos e Rosas e me senti uma orfã quando udo acabou.

Todo o livro é narrado em primeira pessoa pela protagonista Lia, com poucos e pequenos capítulos narrados pelo príncipe e pelo assassino que, ao desenvolverem a trama com Lia, acabam por meio que formarem o início do que seria um triângulo amoro fazendo com que o foco do livro seja o romance. Porém, não um romance qualquer, mas sim um com cenário na era medieval onde vikings e "civilização" estão em conflito, fato esse que faz com que a política seja uma das engrenagens principais da história.


Ainda assim com cenas de aventuras de tirar o fôlego, ao que a trama vai se desenrolando para o final é inserido a fantasia e um toque mágico é deixado: segundo a tradição, todas as primeiras filhas do reino de Morrigan recebem o dom da visão, um tipo de clarividência que Lia até então não acreditava possuir.

Outra coisa bem interessante foi que a autora passou longe de nos deixar na companhia de uma protagonista doce e frágil (que por sinal esse é o papel de Pauline). Lia é uma mulher forte e determinada, muito a frente do seu tempo, que impõe aquilo que quer e muitas das vezes, incompreendida, acaba tendo a fama de uma mulher que não sabe o seu lugar no mundo.


O final foi bem surpreendente, confesso que não esperar uma atitude como aquela do príncipe, mas que loucuras um homem apaixonado é capaz de fazer, não é mesmo? Mais surpreendentemente ainda é a possibilidade de conhecer mais um novo mundo, que acredito que será apresentado no próximo volume.

A edição da darkside é linda, impecável como sempre, veio com um pôster onde a imagem é a capa do livro, em capa dura, com muitas imagens de mapas e folhas em offwhite.

Foi com medo de pegar uma ressaca literária que não comecei a leitura do segundo livro de imediato, mas pretendo fazer isso muito em breve, pois não aguento mais de ansiedade.
Título no Brasil: Jack, O Estripador (Rastro de Sangue)
Autor: Kerri Maniscalco
Gênero: Fantasia, ficção, drama.
Editora: DarkSide
Ano da Edição: 2018
Nº de Páginas: 280

Sinopse: Combine a astúcia de Sherlock Holmes com a determinação de Lia, a heroína das Crônicas de Amor & Ódio. Pronto, você já tem uma pista de quem é Audrey Rose, a detetive protagonista de Rastro de Sangue: Jack, o Estripador. Audrey Rose não é a típica donzela inglesa do século xix. Quando ninguém está vendo, a jovem realiza autópsias no laboratório de seu tio, contrariando a vontade de seu pai e todas as expectativas da sociedade. Ela pode não saber fazer um penteado elaborado, mas faz uma incisão em Y num cadáver como ninguém. Seus estudos em medicina forense a levam na trilha do misterioso Jack, cujos assassinatos brutais derivados de uma terrível sede de sangue amedrontam a cidade. E Audrey Rose, empoderada desde o berço, quer fazer justiça às vítimas - mulheres sem voz e marginalizadas por uma sociedade extremamente sexista. Na companhia de Thomas Cresswell, o aprendiz convencido e irritante de seu tio, ela decide seguir seus instintos e os rastros de sangue do notório assassino. Afinal, nenhum homem foi capaz de descobrir sua identidade. Esse é um trabalho para uma mulher. "Rastro de Sangue: Jack, o Estripador" é o primeiro volume de uma série que já prevê inspiração em outros personagens clássicos da era vitoriana, como o príncipe Drácula e o escapista Harry Houdini. É também o romance de estreia de Kerri Maniscalco, autora descoberta por James Patterson, que vem conquistando o coração de leitoras e leitores em todo o mundo.

Nota:



Ultimamente tenho acertado em cheio nas minhas últimas escolhas literárias, viram? Essa é uma resenha de mais um livro que eu tive o prazer de ler e que adorei do início ao fim, sem defeitos. Já me tornei suspeita pra falar mais kkk

Jack, O Estripador: Rastros de Sangue conta a história de Audrey Rose, uma mulher inteligente e independente que ama medicina forense e por isso é muito mal julgada pela sua família e pela sociedade. Audrey é do tipo de mulher que tem interesse em roupas bonitas e maquiagens, mas ao mesmo tempo quer ter o seu papel na sociedade fazendo aquilo que mais ama, e é depois de surgir um assassino de mulheres em série que ela vê a oportunidade de se mostrar capaz.


Incentivada pelo seu tio, que é médico há vários anos, e contra a vontade de seu pai, ela desencadeia uma busca por estudos dos corpos das vítimas para achar o verdadeiro assassino. Um aluno de seu tio que tem o mesmo interesse pela anatomia humana, Thomas Cresswell se junta a eles nessa busca, além de nos dar a dose certa de romantismo, daquelas que te deixam suspirando mas que não atrapalham o desenvolvimento da investigação.

A história foi muito bem escrita e deixo meus sinceros elogios a autora da obra. Ambientada numa Londres vitoriana e toda narrada pelo ponto de vista de Audrey, vemos as cenas com ricos detalhes que te fazem viajar literalmente. No decorrer somos levados a desenvolver diversas teorias sobre quem é o verdadeiro assassino de prostitutas de Londres, e confesso que, depois de desconfiar de todos os personagens, meu palpite final foi certeiro! Já posso trabalhar com Hercule Poirot kkk.


Mesmo se tratando de uma história de décadas atrás, vemos uma temática de mundo moderno: uma protagonista feminina que pra atuar na área que gosta, acaba quebrando os padrões da época ao tomar a frente das investigações. Uma leitura com cenas de ação, muita investigação com uma dose de romance e drama familiar.

Além do desfecho previsível da identidade do assassinato, vi um final promissor e com uma excelente ponte para o segundo livro da série, O Príncipe Drácula.

A Darkside arrasou em mais essa edição capa dura, com o mapa da Londres vitoriana atrás das capas, diagramação perfeita e sinistras figuras entre os capítulos. Estão de parabéns novamente.

Agora me contem vocês, já tiveram o prazer dessa leitura? Lembrando que tô aceitando o 2º volume de presente kkk.
Título no Brasil: Frankenstein
Autor: Mary Shelley
Gênero: Fantasia, ficção, drama.
Editora: DarkSide
Ano da Edição: 2017
Nº de Páginas: 304

Sinopse: Duzentos anos após sua criação, Frankenstein continua vivo – e mais atual do que nunca. Conheça a história original, com toda a sensibilidade e o terror que o cinema nunca conseguiu mostrar. Um cientista obcecado que desafia as leis da natureza e põe em risco a vida daqueles que ama. Uma criatura quase humana que deseja ser um de nós, mas só encontra medo, ódio e morte pelo caminho.

Nota:

O Livro

Queria deixar registrado aqui o imenso prazer que tive com essa leitura. Assisti ao filme Mary Shelley e só depois fui saber que a mesma era autora do clássico Frankenstein. Escrito a mais de 200 anos, o livro ainda não saiu das graças dos leitores e acabou de conquistar mais uma fã: euzinha!


Primeiramente somos apresentados a uma introdução da própria Darkside escrita pela querida Márcia Xavier de Brito. Depois vemos duas relíquias: os prefácios originais escritos em 1818 e 1831, que dará logo após início da trama. No final temos ainda a oportunidade de ler 5 contos sobre a imortalidade escritos pela autora do livro. Por ter sido uma trama escrita séculos atrás, a leitura foi bastante densa, com palavras muito rebuscadas mas que foram perfeitamente colocadas na época da publicação do livro, e arrisco dizer que isso tornou a leitura muito mais interessante, me deixando encantada.


A Trama

A história se inicia com o capitão Walton contando suas aventuras no mar através de cartas enviadas a sua irmã, até que dado momento ele encontra um minúsculo barco a deriva e, ao resgatar o homem que ali vivia acaba conhecendo a sua história. O homem resgatado se chama Victor Frankenstein que fez uma descoberta horrível para sociedade e agora vive com o horror dessa culpa. Dr. Frankenstein narra toda a sua história ao capitão do navio e é através dela que viajamos na trama de fato de como a criatura foi criada, como ela desenvolveu habilidades humanas de compreensão, fala e sobrevivência. 


A narrativa começa com Victor contando sobre sua infância e sobre o seu fascínio pelo estudo da ciência. Ele acaba desenvolvendo uma certa ambição para descobertas e, após muitos estudos acaba criando um monstro que ele passou a repugnar a primeira vista. Esse monstro foi criado a partir de partes de cadáveres humanos e costurados que, após receber eletricidade acabou ganhando vida. A criatura então, sem compreender por que motivos seu criador tem tanta repulsa por ela, foge e passa a aprender sozinho a vida humana, fazendo com que nós leitores conheçamos os dois lados da história e nos deixando com muitas reflexões. Quem seria o verdadeiro monstro da história: aquele que ficou cego para ultrapassar os limites da ciência, ou aquele que não entendia o motivo de ter sido criado e passa a cometer crimes de assassinato com a desculpa da vingança? Mary Shelley já falava de bioética há séculos atrás e sobre os perigos de desvendar os mistérios da vida. Era uma relação de amor e ódio entre o criador e sua criatura.


A Edição

Intitulada Deluxe Edition, a Darkside caprichou na edição de Frankenstein, O Prometeu Moderno. Com a capa dura, e inúmeras imagens sombrias de anatomia espalhadas entre os capítulos, o livro possui ainda folhas muito resistentes. Uma edição ÉPICA que convenhamos, não vou emprestar pra ninguém! kkkk

E vocês, já leram essa obra de arte? O que acharam?
Título no Brasil: A Menina Submersa: Memórias
Autor: Catlin R. Kiernan
Gênero: Fantasia, horror e ficção científica.
Editora: DarkSide
Ano da Edição: 2015
Nº de Páginas: 320

Sinopse: Com uma narração intrigante, não linear e uma prosa magnífica, Caitlín vai moldando a sua obsessiva personagem. Imp é uma narradora não confiável e que testa o leitor durante toda a viagem, interrompe a si mesma, insere contos que escreveu, pedaços de poesia, descrições de quadros e referências a artistas reais e imaginários durante a narrativa. Ao fazer isso, a autora consegue criar algo inteiramente novo dentro do mundo do horror, da fantasia e do thriller psicológico.


Nota:


Tá aí meu primeiro darkside lido, e confesso que ainda estou digerindo essa leitura que foi um desafio tremendo. Uma coisa que posso afirmar é que ou você ama ou você odeia esse livro, pois definitivamente não é para todos os gostos.

Na história, Imp é uma jovem de 24 anos que perdeu sua avó e sua mãe vítimas de suicídio devido uma doença que também possui: a esquizofrenia. Ela então decide escrever sobre todos os seus anseios, pensamentos, histórias de fantasmas, sereias e lobisomens, com personagens reais e/ou fictícios que deixa o leitor pensativo sobre o que aconteceu na realidade e o que foi só imaginação de Imp. Dentro do livro vemos os contos escritos pela personagem principal, além de uma obsessão por Eva Canning, uma mulher que apareceu em sua vida e que deixou, além de muitas dúvidas, um rastro de destruição na mente de Imp. O livro tem uma narrativa devagar, sufocante, assombrosa, insana, pesada, massante, as vezes até repetitiva demais devido a condição da protagonista.

É difícil fazer uma resenha desse livro devido a sua complexidade. Eu curti muito a leitura, e até me identifiquei algumas vezes com a personagem principal, o que me rendeu muitos quotes que pretendo trazer em um post separado. É, definitivamente, uma trama que desafia a compreensão.

E o que falar dessa edição minha gente? Capa dura, com muitos detalhes entre as páginas e capítulos, veio com marcador de páginas, desenho para colorir e aquele cetim que também marca as páginas.
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