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A Profecia das Sombras | As Provações de Apolo | Rick Riordan | Fantasia | Intrínseca | 2017 | 336 pág | ⭐⭐⭐⭐⭐ 

Sinopse: No segundo volume da série As provações de Apolo, o ex-deus olimpiano terá que libertar um oráculo assustador das mãos de um velho conhecido.Não basta ter perdido os poderes divinos e ter sido enviado para a terra na forma de um adolescente espinhento, rechonchudo e desajeitado. Não basta ter sido humilhado e ter virado servo de uma semideusa maltrapilha e desbocada. Nããão. Para voltar ao Olimpo, Apolo terá que passar por algumas provações. A primeira já foi: livrar o oráculo do Bosque de Dodona das garras de Nero, um dos membros do triunvirato do mal que planeja destruir todos os oráculos existentes para controlar o futuro.Em sua mais nova missão, o ex-deus do Sol, da música, da poesia e da paquera precisa localizar e libertar o próximo oráculo da lista: uma caverna assustadora que pode ajudar Apolo a recuperar sua divindade ― isso se não matá-lo ou deixá-lo completamente louco.Para piorar ainda mais a história, entra em cena um imperador romano fascinado por espetáculos cruéis e sanguinários, um vilão que até Nero teme e que Apolo conhece muito bem. Bem demais.Nessa nova aventura eletrizante, hilária e recheada de péssimos haicais, o ex-imortal contará com a ajuda de Leo Valdez e de alguns aliados inesperados ― alguns velhos conhecidos, outros nem tanto, mas todos com a mesma certeza: é impossível não amar Apolo.

E aí gente linda! Tudo bem com vocês? 

A resenha de hoje é do livro de um autor que me acompanha desde 2010! Estamos falando de A Profecia das Sombras, 2º volume da série As Provações de Apolo escrita pelo glorioso Rick Riordan. 

Continuando os acontecimentos do término do 1º livro, agora Apolo, ciente de seu castigo na Terra no corpo de um mortal comum chamado Lester Papadopoulos, e também ciente de sua missão de encontrar os Oráculos antes que seu arqui-inimigo, o Triunvirato do mal, os encontre e os controle/destrua, ele precisa domar o seu ego inflado e lidar com muitas questões acontecidas centenas de anos atrás. 


Eu não sei como o Rick Riordan tem criatividade pra continuar criando e criando e criando sempre mais. Mesmo com a fórmula do mais do mesmo de suas séries, ele nos apresenta a novos deuses, a um casal de ex-caçadoras de Ártemis e a um imperador sanguinário que pelas pessoas o idolatrarem acabou virando um deus! Meu coração também não aguentou quando viu que Léo (semideus filho de Hefesto) e Calipso (uma feiticeira passou milênios presa em uma ilha que ninguém encontrava) quem acompanharia Apolo nessa missão. O cenário? Os Estados Unidos!

Uma coisa que eu tenho curtido muito nos últimos livros do tio Rick é que ele vem inserindo a representatividade LGBT em suas histórias, como exemplo, a bissexualidade do deus Apolo desde os primórdios do mundo, somado a muita aventura e piadas verdadeiramente engraçadas do tipo que te fazem rir alto, pois se encaixam perfeitamente no contexto. 


Essa foi outra de minhas leituras que eu não vi o tempo passar enquanto lia, e que fiquei chocada com a velocidade que terminei o livro, já querendo o terceiro volume, chamado O Labirinto de Fogo. 

Atualmente a série possui 4 livros (O Oráculo Oculto, A Profecia das Sombras, O Labirinto de Fogo e A Tumba do Tirano), com o 5º programado pra lançar em novembro de 2020 chamado A Torre de Nero. 

Se eu indico a leitura? COM TODA CERTEZA!
Título Original: The ship of the dead
Título no Brasil: O Navio dos Mortos
Autor: Rick Riordan
Gênero: Literatura fantástica, Mitologia nórdica, Ficção juvenil
Editora: Intrínseca
Ano da Edição: 2017

Sinopse: O destino dos mundos está de novo nas mãos de Magnus Chase. Será que ele vai conseguir derrotar Loki de uma vez por todas? Nos dois primeiros livros da série, Magnus Chase, o herói boa-pinta que é a cara do astro de rock Kurt Cobain, ex-morador de rua e atual guerreiro imortal de Odin, precisou sair em algumas jornadas árduas e desafiar monstros, gigantes e deuses nórdicos para impedir que os nove mundos fossem destruídos no Ragnarök, o fim do mundo viking. Em O navio dos mortos, Loki está livre da sua prisão e preparando Naglfar, o navio dos mortos, para invadir Asgard e lutar ao lado de um exército de gigantes e zumbis na batalha final contra os deuses. Desta vez, Magnus, Sam, Alex, Blitzen, Hearthstone e seus amigos do Hotel Valhala vão precisar cruzar os oceanos de Midgard, Jötunheim e Niflheim em uma corrida desesperada para alcançar Naglfar antes de o navio zarpar no solstício de verão, enfrentando no caminho deuses do mar raivosos e hipsters, gigantes irritados e dragões malignos cuspidores de fogo. Para derrotar Loki, o grupo precisa recuperar o hidromel de Kvásir, uma bebida mágica que dá a quem bebe o dom da poesia, e vencer o deus em uma competição de insultos. Mas o maior desafio de Magnus será enfrentar as próprias inseguranças: será que ele vai conseguir derrotar o deus da trapaça em seu próprio jogo?

Nota:

O final de qualquer série do Rick Riordan é sempre bem traumático pra mim, por que me apego tanto aos personagens e a história em sim que é difícil dizer tchau. Entretanto, entendo que nada dura para sempre, e depois de enrolar muito venho trazer pra vocês a resenha do último livro da trilogia de Magnus Chase e Os Deuses de Asgard.

Resenha do Livro 01 - A Espada do Verão | Resenha do Livro 02 - O Martelo de Thor

O Navio dos Mortos dá continuação aos outros dois livros, onde vemos Magnus Chase envolvido até o último fio de seu cabelo no tão famoso e sonhado Ragnarok (fim do mundo). Na trama, o garoto, junto com seus amigos, precisa encontrar Naglfar, um navio onde Loki está juntando seu exército de mortos vivos com um exército de gigantes com o único objetivo de navegar até o HAHAHAH para dar início ao Ragnarok e, apesar de todos os deuses entenderem o fim do mundo como uma coisa escrita pelo destino que não tem como mudar, eles também entendem que essa não é a hora de consumar o tal fato histórico, pois gostam da vida que levam nos tempos atuais. E é por isso que dão essa missão a Magnus, Sam, Alex, e seus amigos do querido andar 19 (Gunderson, Mallory e T.J.).


 No início do do livro vemos um diálogo de Magnus com sua prima Annabeth e Percy Jackon, fato que me bateu uma nostalgia tão grande das sagas anteriores que me arrancou alguns suspiros. Na cena, o casal tenta dar algumas dicas de luta e mergulho em alto mar para a missão que Magnus vai enfrentar.

Depois de anotadas as dicas, o filho de Frey parte com seus amigos em alto mar em um navio amarelo berrante que ganhou de seu pai, carinhosamente chamado de Bananão pelos seus amigos. E é nos mares que eles passam pelas maiores aventuras, fazendo pequenas grandiosas missões, juntando as peças do quebra-cabeça e entendendo o poder da amizade como uma família.

Os personagens foram muito bem construídos nos livros anteriores, e nesse desenrolar da história vemos mais um pouco sobre como as diferenças culturais são importantes para unir uma equipe, e também sobre como o conceito de pai e mãe são extremamente diferentes para pessoas diferentes.


No livro, conhecemos um pouco mais do passado de Mestiço Gunderson, um einherjar que morreu numa invasão Vinking na Inglaterra e que, nessa missão com Magnus retorna as terras congeladas onde nasceu e foi criado e tem lembranças do local. Vemos também Mallory Keen, que mostrou sua importância como uma guerreira e a principal coadjuvante nessa batalha contra o deus Loki. A história sobre seu passado também foi a que mais me emocionou, pois o que a fez se tornar uma einherjar foi que morreu, em 1972, tentando desarmar um carro bomba, e só no 3º livro (2017) descobriu qual deusa era sua mãe. T.J. (ou Thomas Jefferson Jr.), filho de Tyr, era um escravo fugitivo, que lutou na guerra civil americana e foi morto em campo de batalha.

Os personagens dos livros anteriores permanecem firmes e fortes nessa missão, como Samirah al-Abbas e Alex, ambas filhas de Loki, Hearthstone o elfo que sabe magia, e Blitz, o anão mais estiloso dos 9 mundos.


O livro é bem curtinho, apenas 368 páginas e a capa é em alto relevo assim como os outros. Apesar da história ter se desenrolado bem, achei que a batalha final foi bem rápida, talvez fosse pelo fato do único modo de vencer Loki tenha sido por um duelo de insultos, o que não torna o livro ruim, pelo contrário, você acha que o duelo vai tomar uma direção, mas toma outra bem diferente e inesperada.

Eu gostei bastante da leitura, bem leve e divertida, classicamente escrito por Rick Riordan.
Espero que gostem da trilogia tanto quanto eu.
Título Original: The Hammer of Thor
Título no Brasil: O Martelo de Thor (Vol. 2)
Autor: Rick Riordan
Gênero: Ação, aventura, fantasia, mitologia nórdica
Editora: Intrínseca
Ano da Edição: Outubro de 2016

Sinopse: Magnus Chase está de volta! Sua missão agora é ajudar o poderoso deus Thor a recuperar seu martelo e impedir uma invasão de gigantes. Em A espada do verão, primeiro livro da série, os leitores são apresentados a Magnus Chase, um herói boa-pinta que é a cara do astro de rock Kurt Cobain. Morador de rua, sua vida muda completamente quando ele é morto por um gigante do fogo. Por sorte, na mitologia nórdica os heróis mortos vão parar em Valhala, o paraíso pós-vida dos guerreiros vikings. Lá, Magnus descobre que é filho de Frey, o deus do verão, da fertilidade e da medicina. Desde então, seis semanas se passaram, e nesse meio-tempo o garoto começou a se acostumar ao dia a dia no Hotel Valhala. Quer dizer, pelo menos o máximo que um ex-morador de rua e ex-mortal poderia se acostumar. Magnus não é tão popular quanto os filhos dos deuses da guerra, como Thor e Tyr, mas fez bons amigos e está treinando para o dia do Juízo Final com os soldados de Odin — tudo segue na mais completa paz sanguinolenta do mundo viking. Mas Magnus deveria imaginar que não seria assim por muito tempo. O martelo de Thor ainda está desaparecido. E os inimigos do deus do trovão farão de tudo para aproveitar esse momento de fraqueza e invadir o mundo humano.

Nota:



Que livro MA-RA-VI-LHO-SO! Quando você pensa que o assunto de mitologias já ficou massante, vem Rick Riordan mais uma vez e faz você pensar totalmente o contrário. O Martelo de Thor é o segundo livro da saga Magnus Chase e os Deuses de Asgard e trás, assim como o primeiro livro, a discussão de temas complexos como preconceito, violência familiar e até mesmo o poder incrível que a amizade possui. Claro, tudo isso com muitas doses de humor, aventura e muitas viagens pela fantasia nórdica com valquírias, elfos, zumbis medievais, anões e gigantes.

"Minha bunda ficou sem peso na sela. Para a sua informação, não gosto de ficar com a bunda sem peso. Eu me perguntei se Sam pilotava o avião assim e, em caso positivo, quantos instrutores de voo tiveram parada cardíaca por causa disso."

Sam e Alex
Neste livro é constatado que o Martelo de Thor foi roubado em um plano malignamente montado pelo deus Loki com o intuito unicamente de libertá-lo de seu castigo acorrentado em uma caverna com veneno de serpente lhe pingando nos olhos constantemente. E, para recuperar esse martelo, o melhor quarteto de Valhala é acionado novamente para essa missão, e dessa vez contando com a ajuda de Alex, uma semideusa morta heroicamente em combate, filha do próprio Loki, com uma poderosa habilidade de se metamorfosear.

Magnus e Alex
Alex é uma personagem diferente não por ter o poder de se transformar em animais, mas sim por ser um Argr, que nada mais é do que um nome nórdico para não másculo, ou seja, de gênero fluido, ora ela é um garota, ora ela é uma menina, o que a faz ser alvo de preconceito entre os demais heróis de Valhala, e no livro essa mudança é constante, o que gera cenas de confusão e até de comédia.

"Eu queria gritar. Que bom que Jacques não estava mais nas minhas mãos, porque eu teria dado um ataque de birra digno do Kylo Ren."

A árvore que conecta os nove mundos.
Quais são os nove mundos...


Até o momento, esse foi o livro mais engraçado que eu li do tio Rick com citações externas que pra mim foram uma surpresa, como as de Star Wars, do cantor antigo Prince, e até da Taylor Swiff. A narrativa é toda em primeira pessoa pelo protagonista Magnus Chase. Em relação ao volume anterior, O Martelo de Thor é relativamente menos de volume, mas possui as mesmas páginas explicativas no final do livro como no anterior.

10 MOTIVOS PARA LER MAGNUS CHASE E OS DEUSES DE ASGARD!


O Autor

Referência em literatura infantojuvenil nos EUA, Rick Riordan alcançou prestígio internacional com a série Percy Jackson e os olimpianos, premiada pela YALSA e pela American Library Association. As crônicas dos Kane entrou imediatamente após o lançamento para a lista de best-sellers do New York Times.

Ex-professor do ensino médio e agora escritor em tempo integral, Riordan diz que utiliza bastante da experiência em sala de aula para dar vida a suas tramas e personagens, bem como para cumprir a frequente rotina de palestras dirigidas ao público jovem. O autor vive no Texas com a mulher e os dois filhos.

Espero que tenham gostado da resenha.
Um abraço a todos e até o próximo post!
Título Original: The Sword of Summer
Título no Brasil: A Espada do Verão (Vol. 1)
Autor: Rick Riordan
Gênero: Ação, aventura, fantasia, mitologia nórdica
Editora: Intrínseca
Ano da Edição: Outubro de 2015

Sinopse: Magnus Chase sempre foi uma criança problemática. Desde a misteriosa morte de sua mãe, ele viveu sozinho nas ruas de Boston, sobrevivendo graças à sua sagacidade e mantendo-se um passo à frente da polícia. Um dia, ele é encontrado por um tio que nunca conheceu – um homem que sua mãe considerava perigoso. Seu tio lhe conta um segredo impossível, Magnus é filho de um Deus Nórdico, e que ele não é o único. Os mitos Viking são reais. Os deuses de Asgard estão se preparando para a guerra. Trolls, gigantes e monstros nórdicos estão se agitando perante o dia do juízo final. Para evitar o Ragnarök, Magnus deve procurar pelos Nove Mundos uma arma que foi perdida há centenas de anos. Quando um ataque de gigantes de fogo o força a escolher entre sua própria segurança e a vida de centenas de inocentes, Magnus toma uma decisão fatal. Às vezes, a única maneira de começar uma nova vida é morrendo…

      Nota:


Abram caminho pra mais um livraço aço aço do querido tio Rick. Pra falar a verdade eu sou meio suspeita pra falar dos livros dele ou de qualquer coisa relacionada as mitologias da vida. Porém, eu não estava levando muita fé nesse livro não, pois não achava que era possível deuses nórdicos com os dias atuais. Agora eu sei o quão bobinha eu fui de pensar assim.


A Espada do Verão é o primeiro livro (de 03) da série Magnus Chase e os Deuses de Asgard e conta a história de Magnus, um adolescente que após a morte de sua mãe acabou virando morador de rua e, no seu aniversário de 16 anos descobre que é filho de um dos deuses nórdicos mais poderosos, Frey. O livro começa com a morte do próprio Magnus em uma batalha contra um gigante do fogo, se tornando um Einherjar, que nada mais é do que um guerreiro morto que foi recolhido após a morte por uma Valquíria e escolhido para ser um Guerreiro de Odin destinado a lutar ao seu lado no fim do mundo.

Magnus encontra a espada de seu pai e a reivindica para si como também todos os poderes que nela possui. Em Valhala ele faz grandes amigos que o ajudam na principal missão do livro: reforçar as amarras do Lobo Fenrir, deter Surt (o maior gigante do fogo) e adiar o Ragnarock (fim do mundo).

Um livro de tirar o fôlego, com aventuras atrás de aventuras, que mostra o verdadeiro valor da amizade e a resiliência.


Não é necessário ler as séries anteriores de Rick Riordan para entendê-lo, a única semelhança que ambos possuem é o fato de Magnus ser primo de Annabeth Chase (a filha de Atena de Os Heróis do Olimpo). E, pra quem não entende muito de mitologia nórdica, as últimas páginas do livro são bem explicativas contendo glossário e explicação das runas (peças utilizadas para magia).


O livro é bem grandinho, possui 448 páginas e a capa é em alto relevo com um leve brilho. Uma semelhança que não é coincidência é o fato de Magnus ser idêntico ao Kurt Cobain, detalhe relatado pelo próprio autor em um dos capítulos da obra.


Um excelente livro que recomendo a todos. Já comecei a leitura da continuação da série, o livro chamado "O Martelo de Thor" e espero em breve trazer a resenha dele também pra vocês.

O Autor

Referência em literatura infantojuvenil nos EUA, Rick Riordan alcançou prestígio internacional com a série Percy Jackson e os olimpianos, premiada pela YALSA e pela American Library Association. As crônicas dos Kane entrou imediatamente após o lançamento para a lista de best-sellers do New York Times.

Ex-professor do ensino médio e agora escritor em tempo integral, Riordan diz que utiliza bastante da experiência em sala de aula para dar vida a suas tramas e personagens, bem como para cumprir a frequente rotina de palestras dirigidas ao público jovem. O autor vive no Texas com a mulher e os dois filhos.

Obrigada por todos os comentários e críticas.
Espero que tenham gostado da resenha de hoje.
Um abraço a todos e até o próximo post!

Olá meu povo e minha pova! Tudo bem com vocês? Espero que sim!

O post de hoje vai ser um tanto quanto diferente. Ao invés de fazer uma resenha sobre algo que li ou assisti, resolvi trazer pra vocês um guia curto e objetivo da série "Percy Jackson e os Olimpianos". O objetivo desse post é apresentar essa coleção maravilhosa para os que ainda não conhecem, e para os que conhecem, estes vão poder relembrar algumas coisas além de poderem deixar suas opiniões e críticas.

A série de livros "Percy Jackson e os Olimpianos", escrita pelo talentoso Rick Riordan, teve seu primeiro livro publicado em 2005 (O Ladrão de Raios) e o último em 2009 (O Último Olimpiano), e como já devem ter percebido, narra a história de Percy, um garoto de 12 anos que possui TDHA e dislexia, que descobre da pior maneira possível ser filho de um deus grego (semideus), sendo logo de cara encarregado de deter inimigos e salvar o mundo.

Todos os livros são em primeira pessoa, na narrativa de Percy, recheados de aventura, ação e de fato algumas cenas de comédia. Nela, fica explícito sempre a questão da importância da amizade, união e coragem. Lembro que comecei a ler essa série em 2008, no primeiro ano do ensino médio, e desde o primeiro livro me tornei fã número não consegui mais parar de acompanhar; e é por isso que hoje ela vai ganhar um cantinho especial aqui no meu blog.

Livro 1 - O Ladrão de Raios
Os deuses do Olimpo continuam vivos, em pleno século XXI! Eles ainda se apaixonam por mortais e têm filhos que podem se tornar grandes heróis, mas que acabam, na maioria das vezes, encontrando destinos terríveis nas garras de monstros sem coração. Apenas alguns descobrem sua identidade e conseguem chegar ao Acampamento Meio-Sangue, um acampamento de verão em Long Island dedicado ao treinamento de jovens semideuses. Essa é a revelação que leva Percy Jackson a uma incrível busca para ajudar seu verdadeiro pai - o deus dos mares! -, a evitar uma guerra no Olimpo. Com a ajuda do sátiro Grover Underwood e de Annabeth Chase, uma filha de Atena, Percy é encarregado de cruzar os EUA para capturar o ladrão que roubou a mais poderosa arma de destruição já concebida: o raio mestre de Zeus. No caminho, eles enfrentam uma horda de inimigos mitológicos determinados a detê-los. Em meio aos perigos dessa jornada, Percy precisa confrontar um pai que ele não conhece e se precaver de uma cruel traição.


Livro 2 - O Mar de Monstros
Nessa nova aventura, Percy e seus amigos estão em busca do Velocino de Ouro, único artefato mágico capaz de proteger da destruição seu lugar predileto e, até então, o mais seguro do mundo: o Acampamento Meio-Sangue. Com o envenenamento da árvore de Thalia por um inimigo misterioso, as fronteiras mágicas que protegem o Acampamento estão ameaçadas, e é preciso buscar o antídoto. Assim, nossos heróis partem em uma arriscada e incrível viagem pelo Mar de Monstros, localizado nas coordenadas 30-31-75-12: uma referência ao Triângulo das Bermudas. Lá, enfrentam seres fantásticos e muitos perigos e situações inusitadas, que põem à prova seu heroísmo e sua herança – quando Percy irá questionar se ser filho de Poseidon é uma honra ou uma terrível maldição. Combinando fatos contemporâneos com mitologia, fantasia com erudição, O Mar de Monstros diverte, encanta e ensina pais e filhos.

Livro 3 - A Maldição do Titã
Um chamado do amigo Grover deixa Percy a postos para mais uma missão: dois novos meios-sangues foram encontrados, cuja ascendência ainda é desconhecida. Como sempre, Percy conta com a ajuda da melhor amiga, Annabeth Chase, filha de Atena, e da mais nova parceira, Thalia Grace, filha de Zeus. O que eles ainda não sabem é que os jovens descobertos não são os únicos em perigo: Cronos, o Senhor dos Titãs, arquitetou um de seus planos mais traiçoeiros, e nossos heróis serão presas fáceis,e para piorar a situação, Annabeth desaparece em combate. Um monstro ancestral foi despertado - um ser com poder suficiente para destruir o Olimpo - e Ártemis, a única deusa capaz de encontrá-lo, também desapareceu. Percy e seus amigos têm apenas uma semana para resgatá-las solucionar o mistério que ronda o monstro que a deusa caçava. Ao longo dessa jornada, enfrentarão o maior desafio de suas vidas: a terrível profecia da maldição do titã.

Livro 4 - A Batalha do Labirinto
Percy está prestes a começar o ano letivo em uma nova escola. Ele já não esperava que essa experiência fosse lá muito agradável, mas, ao dar de cara com empousais monstruosas e mortas de fome, vê que tudo, sempre, pode ficar ainda pior. Nesse quarto volume da série, o tempo está se esgotando e a batalha entre os deuses do Olimpo e Cronos, o Senhor dos Titãs, fica cada vez mais próxima. Mesmo o Acampamento Meio-Sangue, o porto seguro dos heróis, se torna vulnerável à medida que os exércitos de Cronos se preparam para atacar suas fronteiras, até então impenetráveis. Para detê-los, Percy e seus amigos semideuses partirão em uma jornada pelo Labirinto de Dédalo um interminável universo subterrâneo que, a cada curva, revela as mais temíveis surpresas.
Livro 5 - O Último Olimpiano
Os meios-sangues e semideuses passaram todo o ano preparando-se para a batalha contra os Titãs, e sabem que as chances de vitória são pequenas. O exército de Cronos está mais poderoso que nunca, e cada novo deus ou meio-sangue que se une à causa confere mais força ao vingativo titã. Enquanto os Olimpianos se ocupam de conter a fúria do monstro Tifão, Cronos avança em direção à cidade de Nova York, onde o Monte Olimpo está precariamente vigiado. Agora, apenas Percy Jackson e seu exército de heróis podem deter o Senhor do Tempo. Nesse livro que traz o aguardado desfecho da série Percy Jackson e os Olimpianos, o combate que pode acarretar o fim da civilização ocidental ganha as ruas de Manhattan, e Percy tem a terrível sensação de que sua luta, na verdade, é contra o próprio destino. É nesse momento que a sinistra profecia acerca do décimo sexto aniversário do herói se revela, e ele, enfim, encontra seu verdadeiro caminho.


Uma série que retrata a mitologia grega no século XX, que tem mais de 50 milhões de cópias vendidas em mais de 35 países, e que, desde maio de 2007 está entre as mais vendidas na lista de séries best-sellers do The New York Times.

Como com certeza já viram por aí, a série ganhou duas adaptações cinematográficas que preciso dizer que não foram lá grande coisa para nós fãs. E, com isso, os dois primeiros livros ganharam capas novas.



Baseado nos livros, a série Percy Jackson e Os Olimpianos ganhou três Graphic Novel's:


Ainda nesse mundo de mitologia grega, os fãs tiveram o privilégio no lançamento desses três livros complementares a série:


E, em 2014, os cinco livros principais da saga ganharam capa nova, onde uma complementa a outra.


Espero que tenham gostado do post de hoje e, que tenha sido útil de alguma forma pra todos vocês que me visitam e me aturam.

Um abraço a todos e até o próximo post!

Fonte: Wikipédia e Skoob
Título Original: The Trials of Apollo - The Hiddren Oracle
Título no Brasil: As Provações de Apolo - O Oráculo Oculto
Autor: Rick Riordan
Gênero: Aventura, fantasia, mitologia greco-romana
Editora: Intrinseca
Ano da Edição: 03 de maio de 2016

Sinopse: Apolo, o deus do sol e da arte, caiu numa caçamba de lixo no bairro de Hell's Kitchen em Manhattan,NY como Lester Papadopoulos, um adolescente mortal com cabelo encaracolado, espinhas e sem abdômen tanquinho, mas principalmente: sem seus poderes divinos e extraordinários. Em O Oráculo Oculto com a ajuda de Meg McCaffrey - uma semideusa sem-teto - e uma carona de Percy Jackson ele vai para o Acampamento Meio-Sangue em busca de uma solução para os seus problemas e acaba encontra sua missão: solucionar os mistérios de tantos semideuses que estão desaparecendo, recuperar o oráculo que não manifesta profecias há meses e, mais importante, voltar a ser o imortal belo e gracioso que todos amam.

Minha humilde e mortal opinião:


Apenas pensem em um deus sendo banido do Monte Olimpo que, após fazer umas merdas na guerra contra Gaia, tem que viver como um ser humano de aparência completamente diferente da que costumava ter, além de ter perdido todos os seus poderes como deus. É sobre isso que O Oráculo Oculto fala, o primeiro livro da série "As Provações de Apolo", continuação da saga "Os Heróis do Olimpo".


Apolo é o deus do grego do Sol, da luz, da música, da cura, da poesia e do arco e flecha, mas, aqui na terra em seu castigo, ele é Lester Papadopoulos, um jovem mortal narcisista. Para se redimir com Zeus, Apolo/Lester precisa tomar o controle dos cinco oráculos (que preveem o futuro e ditam profecias) antes que uma organização tremendamente rica liderada por imperadores maníacos (um deles é Nero), os tomem em mãos e dominem o mundo.


A escrita é em primeira pessoa, toda narrada por Apolo, que de sua ironia e sarcasmo, acaba por ter também umas partes bem engraçadas. Sem contar que são aventuras com "eita" atrás de "eita". Eu simplesmente amo os livros do Rick Riordan, principalmente as séries: Percy Jackson e os Olimpianos, Os Heróis do Olimpo e, atualmente, As Provações de Apolo.


A capa do livro é bem bonita, com a escrita em auto-relevo. Sem contar que, pra quem não se recorda muito bem dos livros anteriores, nesse vem o mapa do Acampamento Meio-Sangue, lugar onde se passa boa parte dos cenários narrados. Favoritei muito rápido e já estou ansiosa pra ler a próxima edição. Recomendo a leitura, mas infelizmente é o tipo de livro que você precisa ler todos os anteriores pra entender o contexto.

Nota final:

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