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Hello peoples! Tudo bem com vocês? Espero que sim. Ultimamente não tenho tido muito tempo para vir aqui escrever pra vocês, entrei num curso de inglês e tenho trabalhado bastante no meu emprego. Mas não abandonei minhas raízes e nos tempos livres continuo assistindo filmes e séries! No mais, não vou conseguir postar uma resenha completa de todas as últimas obras que assisti, foi por isso que resolvi trazer esse post, um resumão do que venho vendo, claro, sem spoilers pq né. Se quiserem resenha completa de algum desses filmes é só deixar nos comentários que vou me esforçar pra postar!


O filme mais comentado e esperado dos últimos tempos. Sou uma grande fã de super-heróis e minha opinião sobre Vingadores - Guerra Infinita não poderia ser diferente da maioria. Nele, vemos Thanos como um super vilão, determinado a reunir todas as jóias do infinito e assim ter o poder de destruir civilizações com um piscar de olhos. Esse filme dá sequência ao Thor: Ragnarok, e contamos com a presença de quase todos os heróis da Marvel, como os Guardiões da Galáxia, Homem Aranha, Pantera Negra, e muitos outros. Destaque foi para as personagens femininas que tiveram participações muito importantes, como a Gamora de Guardiões da Galáxia e a Feiticeira Escarlate. O final não poderia ter sido pior e deixou muitos fãs boquiabertos e desnorteados. Como bem sabemos, a série de filmes baseados nos heróis da Marvel vem produzindo histórias que não vemos nos quadrinhos, o que acabou deixando todos muito ansiosos com a possível continuação que o filme poderá ter.

Nota:


Tava louca da vida pra assistir A Forma da Água, e depois de saber que ele ganhou vários Oscar's, não perdi tempo e fui procurar na internet pra assistir e vejam bem, não era nada do que eu esperava. O filme conta a história de uma criatura capturada na floresta amazônica, que foi levada para os EUA com o objetivo de ser dissecada, estudada e eliminada. Um dos papéis principais fica para a zeladora desta "prisão" que é muda e acaba se aproximando e digamos que se apaixonando pela criatura. Contudo, acredito que a parte reflexiva fica no fato de até que ponto uma coisa tão bizarra aos olhos humanos pode sim ser tão semelhante a um ser ser humano; um conto de fadas sombrio, com romance, drama e aventura, do jeitinho que eu gosto, porém, que deixou algumas pontas soltas. Acredito nisso, pois ainda não li o livro, e não sei se concordo com o prêmio de melhor filme de 2018 (entretanto, concordo plenamente com os outros prêmios).
Nota:


Queria muito ter assistido esse filme antes, mas meu preconceito contra dramas sempre falou mais alto, e não é que me surpreendi mais uma vez? A Garota Dinamarquesa conta a emocionante história de um rapaz que afirma ter nascido no corpo errado e que vai se redescobrindo com o passar do filme como Lili, sua parte feminina. Ela precisa passar por todos os tabus da descoberta, de sua aceitação, e até mesmo da transexualidade, tudo isso dificultado pelo preconceito da população da época e de sua vida de casado, que no decorrer da obra acaba se transformando em um dos pilares da vida do personagem principal. Eu não sabia que o filme havia sido baseado em um livro, e que esse livro foi baseado nos fatos reais de uma personalidade que deu origem ao movimento transgênero no mundo e, mesmo sem conhecer a verdadeira história por trás dessa trama, acredito que esse filme ajudou a esclarecer muitas coisas (pra mim) no que diz respeito a filosofia, ou os pensamentos e comportamentos de quem se sente tão desconfortável em não se reconhecer no corpo que tem atualmente.

Nota:

Confesso que foi difícil resumir em um parágrafo o resumo e a minha opinião sobre os filmes, mas acho que consegui fazer conforme o combinado e não saiu ruim de todo modo.

Espero que tenham gostado desse tipo de post. Gostariam de ver a resenha completa de algum desses filmes? Deixe sua opinião nos comentários!

Obrigada a todos e até o próximo post!
Título Original: Neverwhere
Título no Brasil: Lugar Nenhum
Autor: Neil Gaiman
Gênero: Fantasia, ficção
Editora: Intrínseca
Ano da Edição: 2016

Sinopse: Richard Mayhew é um jovem de bom coração com uma vida banal, que é transformada quando ele ajuda uma garota que encontra ferida na rua. No dia seguinte, Richard deixa de existir para o mundo, como se tivesse se tornado invisível. Aquele pequeno ato de bondade o lança em um mundo que ele jamais sonhou em existir, uma Londres subterrânea em que figuras inusitadas surgem dos esgotos e das estações de metrô, um mundo povoado pela escuridão. Agora, Richard vai precisar aprender a sobreviver nessa nova cidade das sombras e surpresas, de assassinos e anjos, se quiser algum dia recuperar sua antiga vida na Londres que ele sempre conheceu.


Nota:



Tá aí o meu primeiro Gaiman lido com muito orgulho, ganhado de presente de aniversário, no final do ano passado. Confesso que eu estava bem ansiosa e tinha muita curiosidade pra entrar no universo da escrita desse autor que eu mal conhecia e já considero muito rs. Lugar Nenhum é um livro baseado numa série de televisão lançada pela BBC em 1996 com o intuito de "falar sobre as pessoas que vivem na margem, sobre os desvalidos, usando, para tanto, o espelho da fantasia."


A história começa quando Richard, um dos personagens principais se muda para Londres em busca de trabalho e uma vida comum. Ele consegue isso por 3 anos, um bom emprego e uma noiva fazem parte de sua rotina quando de repente surge uma menina ferida no meio da rua, e não conseguindo ignorar a situação ele a leva para sua casa para cuida-la, é quando tudo em sua vida fica de cabeça para baixo. Após cuidar de Door, Richard some completamente do mundo em que vive, é como se ele nunca tivesse existido, as pessoas não se lembram de sua existência, tudo que é relacionado a ele passa a não ter mais sentido também, como sua conta bancária que fica como inexistente, seu posto no trabalho que passa a não existir mais, e até seu apartamento é alugado para outra pessoa. Pensem no desespero disso acontecer do nada...


É aí então que Richard mergulha num mundo totalmente desconhecido pelas pessoas normais, um mundo sombrio, com criaturas peculiares que passa despercebido pelos seres humanos, a Londres de baixo, um mundo invertido composto por estações de metrô, túneis de esgotos e até catacumbas construídas centenas de anos atrás. E os seres que habitam essa dimensão não poderiam ser diferentes... Haja imaginação para criar tantos personagens com personalidades tão bem construídas.


Door é a garota misteriosa que muda a vida de Richard e o leva para a Londres de baixo. Ela tem o poder de abrir portas e criá-las onde não há. Após a morte de sua família é induzida pela vingança a achar os assassinos de seus pais e, com isso conta com a ajuda de Hunter, uma excelente caçadora sem emoções e De Carabás, um marquês que "contrabandeia favores". A vilania fica por conta da dupla de assassinos de aluguel totalmente sem escrúpulos que não dispensam uma tortura, Sr Croup e Sr Vandemar.


A narrativa é toda feita em terceira pessoa, a leitura flui muito bem mesmo sendo dividida em cenários diferentes diversas vezes em um mesmo capítulo. Apesar de eu não ter criado carisma por nenhum personagem em si, todos eles são muito bem construídos na minha opinião. 

Só lembrando, existe uma edição anterior lançada pela Conrad, porém, esta mais recente é a edição preferida de Neil Gaiman, pois nela há combinações dos textos originais das edições inglesa e americana onde foi corrigida algumas redundâncias, criando esta nova (e talvez definitiva) versão.
Querido diário,

São exatamente 9 meses que não tenho a tão famosa e brilhante rede social: o Facebook. Eu estaria mentindo se dissesse que não está me fazendo falta, pois nela deixei pra trás algumas amizades que fiz e que só mantinha contato por lá, deixei de dar risada dos famosos memes, e de receber notícias no geral. Mas você acredita que os benefícios que tive conseguem superar essa "falta"? Pois é... Quando algum conhecido esbarra comigo e pergunta o por que de eu estar sumida, eu simplesmente respondo que não sumi, apenas exclui definitivamente meu Facebook, as pessoas me olham como se eu fosse maluca, e a impressão é de que eu tivesse cometido um suicídio. Estranho.

Mas sabe, eu não me importo não. Pra uma pessoa que tinha problemas com ansiedade (entre outras coisas), excluir o Facebook foi como se eu tivesse tomado uma injeção de alívio, foi como se eu tivesse tirado um peso dos ombros, pois recuperei meu sossego e passei a ter mais tempo pra fazer coisas produtivas (tô me empenhando na cozinha e com o blog). E, olhando agora a situação de fora, percebi que essa rede social não passava de um enorme reino da procrastinação, onde as pessoas reclamavam demais, e, a divergência de opiniões gerava muitos conflitos e aborrecimentos desnecessários. Claro, há quem consiga equilibrar tudo isso e conviver em paz em meio a tanta guerra, mas eu não conseguia. Eu sentia uma aflição, um aperto na garganta sempre que passava um pouco de tempo a mais no Facebook.

Não vou ser hipócrita e dizer que o Facebook não serve pra nada, pelo contrário, reunir um grande  número de pessoas em um mesmo espaço virtual e ao mesmo tempo é uma qualidade pra ser aplaudida de pé, mas pra mim, nesse atual tempo e espaço, não tem tido serventia nenhuma. Contudo, mantenho meu Instagram ativo, meu Whatsapp e meu Blogger, e tenho usado tudo com moderação pra não cair na mesma cilada.

Aos defensores árduos do Facebook, me desculpe.

Um abraço a todos, e até o próximo post!
Título: O Mecanismo
Nº de Episódios: 08 (1ª temporada)
Gênero: Drama político
Ano de Lançamento: 2018
Canal Exibido: Netflix
Classificação: Não informado

Sinopse: Marco Ruffo (Selton Mello), é um delegado da Polícia Federal obcecado pelo caso que está investigando. Quando menos espera, ele e sua aprendiz, Verena Cardoni (Carol Abras), já estão mergulhados em uma das maiores investigações de desvio e lavagem de dinheiro da história do Brasil. A proporção é tamanha que o rumo das investigações muda completamente a vida de todos os envolvidos.

Nota:



Tá aí uma série que comecei a assistir por livre e espontânea pressão dos meus colegas de trabalho e por incrível que pareça, acabei gostando. Confesso que torcia o nariz sempre que via uma série nacional sendo lançada, pelo Netflix então? Passava longe... Mas fico feliz em mais uma vez ter quebrado meu próprio preconceito e me surpreendido positivamente. Sem mais delongas, vamos a resenha da série?

“O Brasil, definitivamente, não é pra amadores.”


“O diabo joga no time dos corruptos.”

O Mecanismo é uma série dirigida pelo famoso José Padilha (Tropa de Elite, Narcos) e conta a história de um delegado da polícia federal que foi aposentado injustamente após descobrir o que seria o início de uma das maiores operações policiais já feitas no Brasil, a Operação Lava-Jato. Ruffo é o nome desse policial e, após várias investigações ele se vê mergulhado de cabeça nessa operação, e o mais triste é que percebe que a corrupção está em tudo que habita esse país.


“O mecanismo está em tudo. No flanelinha que recicla talão, na carteira falsificada pra pagar meia entrada, no suborno pro guarda pra aliviar da multa… E os ricos mais ricos, e os pobres cada vez mais pobres.”

Se você não entende muito de política mas tem curiosidade em saber mais do assunto, esse é o momento certo de entender e/ou aprender. De fácil compreensão, com uma trilha sonora muito boa e excelentes atores, a série nada mais é do que uma obra de ficção inspirada livremente em eventos reais. Personagens, situações e outros elementos foram adaptados para efeitos dramáticos, ou seja, muito do que acontece no seriado PODE ou NÃO PODE ter sido verdade, e, claro, podemos notar claramente em quem os personagens são inspirados.


Não quero começar uma guerra política aqui no blog, muito menos expor minha opinião sobre o assunto. O objetivo principal é trazer uma resenha do seriado em si, uma produção nacional que fala sobre um tema tão obscuro e que merece sim visibilidade: a corrupção que infelizmente assola nosso país e, com ela, a desigualdade social que enfrentamos. Na série, mecanismo é a forma como a lavagem de dinheiro é realizada, tudo nos mínimos detalhes, cada envolvido com a sua função e um planejamento impecável.

“O mecanismo é um câncer, é uma máquina de moer gente. Ele não tem alma, não tem limite. Não tem ideologia. A gente pena pra sobreviver. E ele cobra os juros e correção monetária. Ele ri da nossa cara. Ele caga na nossa cabeça.”


No mais, espero que tenham gostado do post de hoje. O que acharam da resenha? Já conheciam esse seriado? Um abraço a todos e até o próximo post.

Hello peoples do meu kokoro! Tudo bem com vocês? Espero que sim! Hoje vou tentar trazer um post diferente, algo que nunca fiz na blogosfera e que espero que dê certo de coração!

A vida toda eu fui filha única, as companhias que eu tinha para a diversão eram da escola ou do meu bairro... sempre tive muitos coleguinhas com quem brincar, contudo, sempre senti falta de ter um irmão(a), o que minha mãe só resolveu me dar quando eu fiz 18 anos (acreditem, minha irmã é quase uma filha pra mim). E foi pensando nisso que agreguei os fatos com as séries que venho acompanhando ultimamente e criei o Top de melhores séries com irmãos como protagonistas. Espero que gostem!




4. Irmãos Winchester, da série Supernatural

Desde que era pequeno, Sam Winchester (Jared Padalecki) tentava escapar do próprio passsado. Após a misteriosa morte de Mary (Samantha Smith), o pai de Sam passou a procurar vingança contra as forças do mal que mataram a esposa, destruindo qualquer ser maligno que cruze o seu caminho. Ao contrário de Sam, Dean (Jensen Ackles), irmão mais velho, sempre quis seguir os passos do pai. Sam está determinado a se livrar do "negócio da família", mas sua vida está prestes a tomar os rumos que ele não desejava, quando ele fica sem escolhas a não ser unir-se ao irmão.

3. Lucifer e Amenadiel, da série Lúcifer

Cansado da sua vida eterna comandando o inferno, o sete peles resolve pedir demissão, entregando o cargo para outro responsável e aproveitar a “vida” que ele nunca teve. Elegante e galanteador, ele vai para Los Angeles tentar tirar o máximo de todos os pecados capitais. Empreendedor, ele abre um chique estabelecimento, onde uma jovem é assassinada em frente à sua boate. O crime, é claro, chama atenção da polícia. Poderá a própria encarnação do Diabo se alinhar com o Todo Poderoso e descobrir dentro de si uma humanidade que ele próprio desconhecia? Ou a sua natureza voltará a falar mais alto?

2. Irmãos Gecko, da série Um Drink no Inferno

O ladrão de bancos Seth Gecko (D.J. Cotrona) e seu imprevisível e violento irmão, Richard "Richie" Gecko (Zane Holtz), são procurados pelo FBI e pelos Texas Rangers, a força policial do estado do Texas. Em fuga para o México, eles encontram o ex-ministro Jacob Fuller (Robert Patrick) e sua família, e os fazem de reféns. Em posse do trailer dos Fuller, eles cruzam a fronteira e deparam com o caos quando entram em um clube de strip-tease onde coisas estranhas acontecem. Agora eles são forçados a lutar até o amanhecer para poderem sair de lá vivos.


1. Irmãos Salvatore, da série The Vampire Diaries

A cidade fictícia de Mystic Falls, na Virgina, é assombrada por criaturas sobrenaturais. Damon (Ian Somerhalder) e Stefan Salvatore (Paul Wesley) são irmãos que ganharam a condição de vampiro e desde então procuram manter sua imortalidade em segredo. Ao mesmo tempo, buscam resistir à vontade de atacar seres humanos. Ambos conhecem Elena Gilbert (Nina Dobrev), uma linda e popular estudante, e logo se atraem por ela. No entanto, a jovem corresponde apenas um dos interessados, e estes iniciam uma disputa por sua alma.


Me diverti bastante fazendo esse Top. Entendo que existem muito mais séries com irmãos, mas eu fiz esse post baseado nas que eu venho assistindo ultimamente. E vocês? Acham que alguma outra série deveria ter entrado na lista? Confesso que fiquei um pouco decepcionada, pois acabei refletindo e notando que NÃO EXISTE SÉRIE COM IRMÃS (no feminino) FODAS, FORTES E INTELIGENTES, ou pelo menos eu não conheço, e se existir, me indiquem!!!


No mais, adorei fazer esse post. Essa relação de irmãos (de sangue ou não) é mesmo uma coisa a ser discutida e apreciada pra sempre. Espero que tenham gostado!
Título: Jessica Jones
Nº de Episódios: 13 (2ª temporada)
Gênero: Fantasia, ação, drama
Ano de Lançamento: 2018
Canal Exibido: Netflix
Classificação: Não informado

Sinopse: Na segunda temporada, Jessica não precisa mais se preocupar com Kilgrave, mas seu passado ainda a assombra. Chegando até a se referir à frase literalmente, Jones sempre rejeita o lema de que “com grande poder, vem grande responsabilidade”, e procura escapar disso e viver uma vida de detetive particular normal. Com o desenvolvimento do segundo ano, ela encara o fardo de seus poderes de frente, vendo-os em um membro de sua família que já dava como morta, sua mãe, ou pelo efeito que suas capacidades têm em Trish, sua irmã, uma celebridade que sempre se viu à sua sombra.

Nota:



Tá aí uma série que eu sou fã, e que assisti todos os episódios em um dia da nova temporada (fato que pedi folga no trabalho pro dia da estréia, sou dessas HAHA). Jessica Jones ganhou meu coração na primeira temporada por sua força, persistência, e mesmo com todas as fraquezas, por mostrar que mulher também pode fazer o que der na telha.


Jessica é uma anti-heroína, beberrona oficial de whisky, teimosa e, além de seu super poder de força física, é também uma pessoa sensível e inteligente. Nessa segunda temporada ela descobre sobre seu passado, sobre o apagão que tinha em sua mente dias após o acidente que supostamente matou toda a sua família. Ela descobre que sua mãe está viva, e que foi geneticamente modificada assim como ela, possuindo também o mesmo "super poder".


Nessa segunda temporada também vemos uma recaída da Trish em relação a drogas, e a descoberta de uma doença seríssima da melhor advogada de Nova Iorque, Jeri, trazendo a tona que egoísmo e avareza não estão em alta assim. Há quem diga que a série deu uma decaída por causa de seu roteiro de desenvolvimento arrastado; mas eu acredito que isso tenha lá sua importância, essa coisa de explicar o passado da personagem principal pra mim é primordial pra compreender o que ela é hoje.


E, se existir uma 3ª temporada, espero que ela dê foco no presente e no futuro de Jessica Jones. No mais, eu gostei bastante dessa segunda temporada, é bom ver que essas séries "girl power" vem ganhando espaço na nossa cultura e ficando páreo com grandes séries de protagonistas masculinos, mesmo de super heróis.




O que acham de mudar o esteriótipo das princesas da Disney de vestidos longos, rodados, cabelo penteado, maquiagem perfeita e sapatinhos delicados? Pois foi isso que o ilustrador Emmanuel Viola fez ao divulgar uma série de imagens das principais princesas num estilo mais urbano, moderno e sensual. Espero que gostem da explosão de piercings, tatuagens e cortes de cabelos legais que estão por vir nesse post!









Título: Riverdale
Nº de Episódios: 13 (1ª temporada)
Gênero: Mistério, drama, suspense
Ano de Lançamento: 2017
Canal Exibido: Netflix
Classificação: Não informado

Sinopse: A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece. (Por Wikipedia)

Nota:

E por falar em mistério, aqui estou com mais uma série assistida. Tá certo que não sou fã número 1 de drama, ainda mais drama adolescente, mas quando se tem um assassinato envolvido e uma boa dose de suspense e mistério, pode ter certeza que eu não perco por nada kirida!


Riverdale é uma série baseada nos quadrinhos da Archie Comics (e me entristece não ter conhecido essa obra anteriormente). A história começa com a morte de Jason Blossom, futuro herdeiro do império de Xarope de Bordo da família Blossom (os demônios ruivos), e é com base nisso que a trama vai de fato se desenvolver: investigar e encontrar o verdadeiro assassino do rapaz, e isso fica por conta de um grupo de amigos do ensino médio (e também da polícia). Archie é um jogador de futebol que descobre o seu talento para música, Junghead é filho de um integrante da gangue mais perigosa da cidade, Verônica é filha de um pai corrupto que está na prisão, Beth é filha da jornalista da cidade e um projeto de menina nerd perfeita, e Cheryl é a irmã gêmea do garoto assassinado.


No início, todos são suspeitos pela morte de Jason, e, conforme o desenvolvimento da série, todos os personagens vão mostrando motivos concretos pra cometer o assassinato e você fica mesmo com a cabeça confusa em relação a isso, o que não torna a série de difícil compreendimento, pelo contrário, você também vai ver algumas cenas de comédia (na minha opinião, responsáveis pela irmã gêmea paranoica e patricinha do James, a Cheryl Blossom) e uma boa pitada de drama também (conflitos adolescentes com a personalidade, família, e amigos).


A série, com certeza, (e para quem gosta desses dramas adolescentes) é bem viciante pois possui sim um bom mistério que só é resolvido no penúltimo episódio da temporada. Ela também é surpreendentemente positiva, pois a história vira do avesso pelo menos umas 3 vezes em uma só temporada, e no último segundo do último episódio você fica tipo: QUEMEUDEOS?!


Alguns personagens me conquistaram de verdade, e outros eu tinha vontade de dar um mata leão, como é o caso da Beth e da sua irmã, Polly, da família cooper. Um personagem que eu também queria esganar as vezes era a Cheryl Blossom, e outras vezes eu queria pegar ela no colo e ninar, uma hora ela é vilã, e outra hora ela é mocinha... controvérsias de quem assiste Riverdale, vocês entenderão se assistirem também.


Por fim, tô bem ansiosa pra assistir a segunda temporada que ainda está em andamento (um episódio por semana, se não me engano).

Espero que tenham gostado do post de hoje.
Um abraço e até a próxima!
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