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Hello pessoal! Como vocês tão?

Sempre fui muito ligada em redes sociais e estou sempre lendo novos conteúdos tanto para ter novas inspirações ou até mesmo pra aprender algo novo. Mesmo com a tecnologia bem avançada que nós temos, ainda vejo muitas pessoas receosas em abrir mão das fotos originais e sem nenhuma edição. E o post de hoje tem justamente a intenção de mudar um pouquinho o ponto de vista dessas pessoas e mostrar os lados positivos de editar as fotos antes de postá-las.

Assim como muitas pessoas que trabalham ou tem um hobbie no mundo virtual, muitas vezes tendo que conciliar com um emprego fora e cuidados com a casa e família, acaba que mal tem tempo de preparar um conteúdo bem desenvolvido somado a uma foto de excelente qualidade, geralmente ou e um, ou é outro! E, quando a foto não sai como esperada, entra em cena aquela ediçãozinha marota!
Mas Thamiris, pra que é que eu vou editar minhas fotos? Simples!

com edição / sem edição 

→ Realçar a beleza da foto - Com a edição podemos intensificar cores, aumentar o brilho, retocar algumas partes, acrescentar itens, entre muitas infinitas coisas. O que temos sempre que ter em mente é que a percepção entre bom senso e exagero é muito importante nessas horas para que a foto não fique muito artificial ou que usemos um filtro que favoreça apenas um item ao invés da foto por completo.

→ Visualmente mais harmonizada com o contexto - Editando a foto é que você vai incluir ela no assunto da sua postagem, como por exemplo, diminuindo o brilho e colocando sombras quando o assunto for livros de terror, ou aumentando o brilho com sombras coloridas quando estiver falando sobre livros de fantasia.

→ Possibilidade de combinar o Feed (no caso do Instagram) - Usando o mesmo tipo de edição para todas as fotos antes de postar é possível que você tenha um feed super combinando, o que deixa um visual mais limpo e organizado, além de mil vezes mais bonito, visto que essa padronização será um diferencial e tanto e deixará claro com o leitor que você se importa com o conteúdo que transmite.


Agora pasmem! Não é preciso um editor da NASA pra que o resultado seja bom. Se você quer fazer apenas correções básicas, recomendo usar o próprio Instagram para fazer essas pequenas edições. Basta clicar na aba "editar" bem ao lado de "filtro" e ser feliz! Se você quer um aplicativo adicional e com uma qualidade muito boa (e gratuita), aconselho usar o Photogrid, tenho ele desde que comecei o blog e tem sido uma mão na roda na hora de colocar aquele efeito diferente, recortar a foto num padrão exato, e até mesmo fazer algumas correções.

Vale lembrar também que não precisa de uma câmera de qualidade muito boa pra que as fotos saiam perfeitas, basta um pouquinho de paciência na hora da edição que o resultado é muito bom!

E aí, prontos pra arriscar alguma foto? Se quiser mais dicas, me mada um direct no meu instagram que ficarei muito feliz em ajudar!

Um abraço a todos e até o próximo post!


Um Estudo em Vermelho | Arthur Conan Doyle | Mistério | Lafonte | 2018 | 176 pag | ⭐⭐⭐⭐⭐
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Sinopse: Assassinato, traição, vingança, romance e mistério compõem o pano de fundo um estudo em Vermelho, que marca a estreia da parceria entre o detetive mais famoso do mundo, Sherlock Holmes, e o médico John Watson. A partir desse encontro, estará selado um pacto entre ambos: ¨Na meada incolor da vida, corre o fio vermelho do crime, e o nosso dever consiste em desenredá-lo, isolá-lo e expô-lo em toda a sua extensão¨.

Hello! Como vocês tão?

Estou seguindo firme e forte no meu objetivo de conhecer novos escritores.Podem me julgar, nunca tinha lido Conan Doyle mesmo e vi numa feirinha de livros a oportunidade ler conhecer sua escrita por apenas R$10,00! Para a minha felicidade, foram os dez reais mas bem gastos nesses tempos sombrios e venho aqui tagarelar minha opinião pra vocês.


"O melhor assunto a ser estudado é o homem." (pág 22)

Um Estudo em Vermelho é o primeiro romance policial escrito por Arthur Conan Doyle. Nele vemos o primeiro contato do Dr. Watson e Sherlock Holmes, uma das duplas mais icônicas no mundo dos mistérios e crimes. Watson é um médico que serviu na guerra e só quer um pouco de sossego pra sua mente. Holmes é um detetive de uma inteligência sem igual que procura alguém pra dividir o apartamento. A junção perfeita do ser humano comum e do ser humano astuto.

A tranquilidade deles termina quando Holmes é acionado para desvendar um crime. Um estrangeiro da alta sociedade foi encontrado morto em um casarão abandonado e cabe a Holmes (e mais dois detetives) desvendar esse mistério.

"Através da meada incolor da vida corre o fio vermelho do crime, e nosso dever consiste em desembaraçá-lo, isolá-lo e expô-lo em toda a sua extensão." (pág 60)

Confesso que tinha ficado um tanto quanto decepcionada, pois na metade do livro já haviam encontrado o verdadeiro assassino. O que eu não contava era que nos capítulos seguintes Conan Doyle voltaria no tempo e contaria toda a história por trás do assassinato unindo assim todas as pontas soltas que a trama poderia ter.


"Há um mistério nesse caso que estimula a imaginação; onde não há imaginação não há horror." (pág 64)

A escrita de Doyle é muito objetiva conseguindo assim manter com agilidade e fluides todos os quesitos explicativos do mistério, o que levou a ganhar muitos pontos positivos comigo. A inserção de romance, intriga política e a capacidade de narrar um fato acontecido décadas atrás sem se perder na narrativa com certeza foi um diferencial nessa leitura.

Já é de se esperar que esse livro tenha entrado para a história dos romances policiais de forma tão épica e que tenha um cantinho no coração dos fãs desse gênero, pois já tem no meu! 💙

Espero que tenham gostado do post de hoje.
Um abraço a todos e até a próxima!
Agent Carter |  Ação/Aventura | 1ª Temporada | 8 episódios | 2015 | ABC | ⭐⭐⭐⭐⭐💜
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Sinopse: Após retornar para América com o fim da Guerra, em 1946, Peggy Carter (Hayley Atwell) encontra-se trabalhando secretamente na Reserva Científica Estratégica (SSR, no original em inglês), enquanto seus colegas de trabalho a tratam como uma simples secretária. Quando Howard Stark (Dominic Cooper) é acusado de traição ao país por vender armas ilegalmente, ele secretamente pede ajuda a Peggy para provar sua inocência e limpar o seu nome. Com a ajuda do mordomo de Stark, Edwin Jarvis, Peggy precisa balancear o trabalho administrativo e as missões secretas para o amigo, ao mesmo tempo em que leva uma vida solteira após perder o seu amor, Steve Rogers (Chris Evans).

Estava eu procurando o que assistir pela internet, pesquisa daqui, lê resenha dali, não queria nada com conteúdo pesado, muito menos temas forçados. Foi nessa busca que me deparei com Marvel's Agent Carter, uma série do Universo Cinematográfico Marvel que felizmente me agradou demais. Assisti a primeira temporada em pouquíssimo tempo, e hoje vos trago a resenha dela, já adiantando que entrou para a minha lista de séries preferidas.


Marvel's Agent Carter começa após os acontecimentos de Capitão América - O Primeiro Vingador concomitante com a Segunda Guerra Mundial, e  conta a história de Peggy Carter, que precisa lidar com a até então morte de Steve Rogers, e com o seu emprego administrativo na SSR (Reserva Científica Estratégica), uma organização formada 99% por homens sobreviventes da guerra e que tem testosterona e machismo demais pra externar, o que hora bem normal na época em que o seriado se passa (meados dos anos 40).


Carter então recebe uma missão secreta do inventor Howard Star (isso mesmo galera, o pai de Tony Stark) que nos leva a verdadeira trama da coisa toda: ao vilão - a organização Leviatã - que rouba as invenções de Howard Stark para serem vendidas no mercado negro e assim serem usadas para o mal da nação (uma espécie de vingança pós-guerra), somado a uma trama de espionagem russa de tirar o fôlego e que te prende do início ao fim.

Com a fama de ser a "ex-namorada do Capitão América" e pelo simples fato de ser mulher, Carter é sempre desconsiderada nas missões da SSR e recebe apenas tarefas banais. Logo, ela vê uma oportunidade em sua missão secreta de mostrar que é tão competente quanto todos os homens juntos e, com a ajuda de Edwin Jarvis, ela vai desvendando os mistérios da trama. E, diga-se de passagem, Jarvis merece o crédito das cenas mais engraçadas.


Uma excelente série, com um potencial muito grande, perfeita para você que ama os lançamentos cinematográficos da Marvel e que, assim como eu, gosta de conhecer novos heróis enquanto não chega nenhuma novidade nas telinhas do cinema. A 2ª temporada de Marvel's Agent Carter já está completa, só é uma pena a série ter sido cancelada depois disso... mas isso é assunto pra outra hora. Recomendo de coração!

Hello pessoal! Tudo bem com vocês? Comigo tá tudo caminhando bem.

Bateu uma saudadinha de trazer uma #tag e, vendo um post no instagram na @feitadehistórias resolvi trazer uma bem divertida que acho que vocês vão adorar!

Estão todos convidados a respondê-la também, sintam-se a vontade!

A #tag se chama 7 Pecados Literários.

🍔Gula: um livro que você devorou

• Outros Jeitos de Usar a Boca, da Rupi Kaur. E não só devorei esse livro, como li mais de uma vez no mesmo dia. Não tinha digerido o conteúdo dele e precisei reler ele umas 2x pra acalmar meu coração.

😬Avareza: um livro que você não empresta de jeito nenhum

• Meus livros da Darkside, não dou, não troco e nem vendo!

💤Preguiça: um livro que está empacado na sua estante

• Star Wars - Darth Plagueis. Eu gosto muito da saga, mas não tá rolando a química não gente. Não sei se é a escrita do autor ou se é o fato do inicio de toda a história ser narrada nesse livro que eu tô empurrando com a barriga.

😈Irá: um livro que foi uma decepção

• Por enquanto foi o mesmo citado acima: Star Wars - Darth Plagueis.

🤥Inveja: um livro cuja história você adoraria ter vivido

• Com toda a certeza desse mundo, gostaria de ter vivido em Os Deuses de Asgard, do Rick Riordan.

👸Vaidade: o livro mais bonito da sua estante

• Frankenstein, ou o Prometeu Moderno. Além de ser um livro com uma história bonita, a Drkside caprichou na edição e sou só amores por ele.

💎Luxúria: o box mais bonito da sua estante

• O box de Corte de Espinhos e Rosas. Todos os livros são lindos, e arrumados na estante mostram uma lombada preta com os títulos coloridos e em alto relevo.

Já leram algum desses livros citados na tag? Me conta aí!

Um abraço a todos e até o próximo post!
Objetos Cortantes | Gillian Flynn | Romance Policial | Intrínseca | 2015 | 254 páginas | ⭐⭐⭐⭐

✁ Sinopse: A vida da solitária Camille Preaker em Chicago resume-se a escrever matérias para a editoria de polícia do jornal Daily Post, beber vodca além da conta e torturar-se pelo passado que deixou para trás na pequena Wind Gap, sua cidade natal. É para lá que seu editor a envia em busca de um furo de reportagem. Naquela comunidade ao sul do Missouri, um serial killer faz de crianças suas vítimas. Recebido com entusiasmo pelo público e pela crítica dos Estados Unidos, Na própria carne, romance de estréia de Gillian Flynn, descreve o tumultuado reencontro da protagonista Camille Preaker com os fantasmas de sua própria história.
✁
Eis que depois de muito tempo saio de um limbo onde não conseguia ler nem produzir nada. A gente tem daquelas fases que bate a bad e não temos ânimo nem pra fazer aquilo que mais gostamos. Mas o bom é que com o estímulo certo essas fases acabam passando e retornamos para o nosso ninho de leitura.

Pra marcar o meu retorno (que não é de Jedi), decidi ler Objetos Cortantes e conhecer a leitura da querida Gillian Flynn.


O livro conta a história de Camille Preaker, uma jornalista quebrada psicologicamente que é enviada para a sua cidade natal a fim de cobrir um assassinato e um desaparecimento, ambos fatos envolvendo menininhas "difíceis de lidar". Retornando ao lar (parece título do homem aranha kkk), Camille revê algumas personalidade que fizeram da vida dela um pouco melhor naquele local, e outras personalidades que tiveram um efeito contrário: sua mãe e a morte prematura de sua irmã mais nova transformam o que era pra ser uma tarefa simples, relatar as tragédias ocorridas, em uma experiência sufocante narrado em primeira pessoa.


O desenvolvimento da trama transcorreu fluidamente, porém com um formato bem compacto. Mesmo sendo um romance policial, a autora não deixou pontas soltas, o que me surpreendeu bastante unindo a um suspense sutil sem muitas possibilidades de assassinos em potencial. Confesso que quando estava passando da metade do livro eu já tinha uma clara ideia de um possível suspeito e, somando os pequenos elementos que a Gillian ia soltando na narrativa, eu fui ligando os pontos e acabei acertando o palpite do assassino.

A edição é bem simples da editora Intrínseca, com 254 páginas em offwhite e espaçamento bem distribuídos, com a capa opcional da série lançada pela HBO.


Por fim, um livro que retrata (além da expectativa de resolver os assassinatos) os problemas psicológicos gerados pela família que contribui na personalidade de um ser humano que convive com uma família perturbada. Apesar do suspense leve, o drama é bem intenso no contexto de Camille/Mãe/Irmã fazendo com que você torça para que a protagonista vença suas dificuldades.

Olá queijinhos! Tudo bem com vocês? Comigo vai tudo se encaminhando. Sei que faz tempo que não posto aqui no blog, passei por alguns probleminhas e, do modo que as coisas vão se resolvendo, eu vou voltando aos poucos pra cá. Meu notebook não tá lá essas maravilhas, o que me desanima bastante em vir aqui escrever também.

Hoje trago um assunto muito especial pra todos os amantes de leitura: o cantinho mágico.

Vocês tem um cantinho separado para ler ou leem em qualquer lugar que dá vontade? Esses tempos precisei separar minha estação de trabalho do meu cantinho de leitura (era tudo junto aqui em casa), e por alguns pormenores estou evitando ler na cama ou no quarto em geral. E foi com essas mudanças que percebi o quão importante é para o leitor ter um espaço só dele (fotos do meu cantinho abaixo).


Para ser funcional, o cantinho da leitura precisa ser um espaço confortável, com uma boa iluminação e que tenha a cara do dono, tornando assim uma atividade prazerosa o ato de ler. Todo conforto é válido para incentivar e manter o hábito da leitura.

Separei algumas inspirações pra vocês olharem e tirarem ideias pra montar o seu cantinho ou até mesmo dar um up no que você já tem.








Título no Brasil: Jack, O Estripador (Rastro de Sangue)
Autor: Kerri Maniscalco
Gênero: Fantasia, ficção, drama.
Editora: DarkSide
Ano da Edição: 2018
Nº de Páginas: 280

Sinopse: Combine a astúcia de Sherlock Holmes com a determinação de Lia, a heroína das Crônicas de Amor & Ódio. Pronto, você já tem uma pista de quem é Audrey Rose, a detetive protagonista de Rastro de Sangue: Jack, o Estripador. Audrey Rose não é a típica donzela inglesa do século xix. Quando ninguém está vendo, a jovem realiza autópsias no laboratório de seu tio, contrariando a vontade de seu pai e todas as expectativas da sociedade. Ela pode não saber fazer um penteado elaborado, mas faz uma incisão em Y num cadáver como ninguém. Seus estudos em medicina forense a levam na trilha do misterioso Jack, cujos assassinatos brutais derivados de uma terrível sede de sangue amedrontam a cidade. E Audrey Rose, empoderada desde o berço, quer fazer justiça às vítimas - mulheres sem voz e marginalizadas por uma sociedade extremamente sexista. Na companhia de Thomas Cresswell, o aprendiz convencido e irritante de seu tio, ela decide seguir seus instintos e os rastros de sangue do notório assassino. Afinal, nenhum homem foi capaz de descobrir sua identidade. Esse é um trabalho para uma mulher. "Rastro de Sangue: Jack, o Estripador" é o primeiro volume de uma série que já prevê inspiração em outros personagens clássicos da era vitoriana, como o príncipe Drácula e o escapista Harry Houdini. É também o romance de estreia de Kerri Maniscalco, autora descoberta por James Patterson, que vem conquistando o coração de leitoras e leitores em todo o mundo.

Nota:



Ultimamente tenho acertado em cheio nas minhas últimas escolhas literárias, viram? Essa é uma resenha de mais um livro que eu tive o prazer de ler e que adorei do início ao fim, sem defeitos. Já me tornei suspeita pra falar mais kkk

Jack, O Estripador: Rastros de Sangue conta a história de Audrey Rose, uma mulher inteligente e independente que ama medicina forense e por isso é muito mal julgada pela sua família e pela sociedade. Audrey é do tipo de mulher que tem interesse em roupas bonitas e maquiagens, mas ao mesmo tempo quer ter o seu papel na sociedade fazendo aquilo que mais ama, e é depois de surgir um assassino de mulheres em série que ela vê a oportunidade de se mostrar capaz.


Incentivada pelo seu tio, que é médico há vários anos, e contra a vontade de seu pai, ela desencadeia uma busca por estudos dos corpos das vítimas para achar o verdadeiro assassino. Um aluno de seu tio que tem o mesmo interesse pela anatomia humana, Thomas Cresswell se junta a eles nessa busca, além de nos dar a dose certa de romantismo, daquelas que te deixam suspirando mas que não atrapalham o desenvolvimento da investigação.

A história foi muito bem escrita e deixo meus sinceros elogios a autora da obra. Ambientada numa Londres vitoriana e toda narrada pelo ponto de vista de Audrey, vemos as cenas com ricos detalhes que te fazem viajar literalmente. No decorrer somos levados a desenvolver diversas teorias sobre quem é o verdadeiro assassino de prostitutas de Londres, e confesso que, depois de desconfiar de todos os personagens, meu palpite final foi certeiro! Já posso trabalhar com Hercule Poirot kkk.


Mesmo se tratando de uma história de décadas atrás, vemos uma temática de mundo moderno: uma protagonista feminina que pra atuar na área que gosta, acaba quebrando os padrões da época ao tomar a frente das investigações. Uma leitura com cenas de ação, muita investigação com uma dose de romance e drama familiar.

Além do desfecho previsível da identidade do assassinato, vi um final promissor e com uma excelente ponte para o segundo livro da série, O Príncipe Drácula.

A Darkside arrasou em mais essa edição capa dura, com o mapa da Londres vitoriana atrás das capas, diagramação perfeita e sinistras figuras entre os capítulos. Estão de parabéns novamente.

Agora me contem vocês, já tiveram o prazer dessa leitura? Lembrando que tô aceitando o 2º volume de presente kkk.
Título no Brasil: O Canto Mais Escuro da Floresta
Autora: Holly Black
Gênero: Fantasia, drama.
Editora: Galera
Ano da Edição: 2015
Nº de Páginas: 294

Sinopse: Hazel e seu irmão, Ben, moram em uma cidade onde humanos e fadas convivem. A magia aparentemente inofensiva desses seres atrai turistas de todas as partes, que querem ver de perto as maravilhas do lugar e, principalmente, o garoto de chifres e orelhas pontudas que descansa em um caixão de vidro. Hazel e Ben eram fascinados pelo garoto quando crianças. Mas, à medida que crescem, as histórias e teorias que inventavam perdem o encanto. Eles sabem que o garoto de chifres nunca acordará... Até que um dia ele acorda. Agora, os irmãos precisam se tornar os heróis que fingiam ser em suas brincadeiras e desvendar os mistérios que envolvem aquele príncipe com chifres.

Nota:


Antes de começar a resenha preciso contar uma coisa pra vocês: comecei uma leitura coletiva de O Cemitério do rei Stephen e caí em ressaca literária que nem consegui terminar a leitura do livro. Achei bem pesada e senti uma ansiedade ruim lendo ele, não conseguindo associar nenhuma outra leitura depois disso. E eis que, depois de muita pesquisa, encontro esse livrinho colorido na Kindle Unlimited que convenhamos: é a minha cara! Comecei a ler ele sem muita expectativa e quando vi já estava no último capítulo, deixando de lado a ressaca literária que me assolou!

A história de O Canto Mais Escuro da Floresta foi escrita por Holly Black, meu primeiro contato com a escritora, e se passa na pequena cidade de Fairfold, onde humanos e fadas vivem entre tapas e beijos. O diferencial dessa cidadezinha é que ela possui uma atração turística bem peculiar: um menino adormecido em um caixão de vidro de chifres e orelhas pontudas, meio que uma versão fantástica de a bela adormecida.

Somos apresentados também a vida de Hazel e Ben, um casal de irmãos que passaram a infância imaginando histórias de bravas aventuras e muita magia com o menino adormecido e, é quando misteriosamente o caixão de vidro é encontrado quebrado e sem o guri dentro que a história começa de fato. Hazel e Ben, já adolescentes, se vêem então na obrigação de descobrir o que aconteceu com o príncipe e partem em uma aventura que eles só imaginariam em sua infância.


Gente, a história é muito bem escrita, com ricos detalhes e muito completa também para um livro sem continuações. Os personagens são fortes, envolventes e muito bem desenvolvidos durante a trama. Com o desaparecimento do príncipe adormecido, muitos enigmas vão surgindo e sendo resolvidos ao longo da história o que fez com que eu não largasse o livro enquanto não chegasse na última página. Além de toda a narrativa fantástica, vemos também dilemas da adolescência sendo desenvolvidos mesmo que superficialmente, como questões de amizade, amor e família.

Sobre a edição eu não posso falar muito, pois li no formato ebook disponível na kindle unlimeted. Os capítulos não são longos e a diagramação foi muito bem editada. Depois que pesquisei em detalhes como era a capa colorida, morri de amores, pois queria ter esse livro na minha estante!

No mais, espero que tenham gostado da resenha de hoje. O que vocês tem lido ultimamente?
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